Sunday, May 31, 2009

Unknown.

My little Airport

Born to be Alive



We were born to be alive
We were born to be alive

Born, born to be alive
(Won't you be alive)
You see you were born
Born, born
(Born to be alive)

People ask me why
I never find a place to stop
And settle down, down, down
But I never wanted all those things
People need to justify
Their lives, lives, lives

You see you were
Born, born, born to be alive
(Born to be alive)
You see you were
Born, born, born
(Born to be alive)
It's good to be alive
To be alive
To be alive

It's good to be alive
To be alive
To be alive

It's good to be alive

Time was on my side
When I was running down the street
It was so fine, fine, fine
A suitcase and an old guitar
And something new to occupy
My mind, mind, mind

You see you were born, born
Born to be alive
(Born to be alive)

Mmm....

Não sei que nome hei-de dar a isto. Mas vale a pena ouvir - pelo menos os que gostam das músicas do Canal História e sentem alguma curiosidade em saber de onde vêm...

Ver aqui.



Heaven and Hell

Saudade.

Friday, May 29, 2009

No mundo


Há um punhado de pessoas absolutamente fantásticas,
 e eu tenho a sorte de, 
de vez em quando, 
conhecer mais uma.



Memória curta.


Vinte anos bastaram para esquecer. Mas a História terá maneiras curiosas de o recordar, quando um dia escrever que aqui, na inacção dos que assistiram impávidos (nós) reside uma das causas da crise que actualmente nos aperta os calos. O que será que iremos ainda esquecer antes de...?

Coisas que.

Tinha dito aqui que "Todos nós usamos máscaras. Todos os dias, várias ao dia". E pelo que disse aqui, sei que por vezes sabe bem podermos tirar a máscara, qualquer que seja.

Bom fim-de-semana

O Semeador de Estrelas



*Recebido por e-mail.

Pela Igualdade.

O Daniel Oliveira deixou um post no Arrastão a favor da igualdade no acesso ao casamento civil. Já disse o que me ia na alma aqui, pelo que não me vou repetir. Independentemente de todas as reservas que possa manter em relação ao tema, parece-me algo falacioso dizer "Nós, cidadãos e cidadãs que acreditamos na igualdade de direitos, de dignidade e reconhecimento para todas e todos nós, para as/os nossas/os familiares, amigas/os, e colegas" como é citado, excluindo quem não concorda com este assunto em particular do grupo dos cidadãos e cidadãs que acreditam na igualdade de direitos (isto de tomar a árvore pela floresta tem o que se lhe diga).
Mais do que falacioso, parece-me perigoso misturar "esta" luta com a luta pela não discriminação racial. Estamos a misturar alhos com bogalhos e a puxar a manta da cama do lado. São chapéus de chuva diferentes, pá. Não misturar seria um bom princípio de seriedade.
Para terminar: qual é a grande diferença existente entre os Países Baixos, a Bélgica, o Canadá, a Espanha, a África do Sul, a Noruega, a Suécia e vários estados dos EUA (quais) e Portugal?
20% da população abaixo do limiar do quê?
E estamos a falar do quê?
Já o tinha dito... estes assuntos mereciam um outro respeito que os próprios defensores teimam não lhes reconhecer.

Thursday, May 28, 2009

Fim de dia...



Untitled

SPAM.

"Enlarge your penis"


(E fazia o quê depois? de tripé?)
Só apetece mandar esta cambada de suínos para a puta que os pariu.

Wednesday, May 27, 2009

Silent Night



Insomnia.



Tuesday, May 26, 2009

Is she weird




i know you're rich in
good clothes and little things
your mind is fancy
(and your car is bitchin')

is she weird
is she weird, is she white
is she promised to the night
and her head has no room
and her head has no room

your heart is ripshit
your mouth is everywhere
i'm lyin' in it

is she weird
is she over me
like the stars and the sun
like the stars and the sun
is she weird
is she weird, is she white
is she promised to the night
and her head has no room!

no more of this girl cryin'
i'm here, your big man
you're mine

is she weird, is she white
is she promised to the night
and her head has no room

Monday, May 25, 2009

Redondo.



E parece que foi há bocadinho que começou.

(Esta foi a milésima vez que vim aqui deixar um post.)
Quando me lembro de quando começou...

The Mule


No "made in Japan".
Só podia. Em 1972.
Fabuloso.





Gastão


Este anormalóide de merda quis ir dormir ao veterinário e não arranjou melhor maneira do que enfiar o focinho onde não devia. Está com duas patas cá, duas patas lá.
Aponta mas é a merda da cauda para o lado certo, imbecil...





(Fotos antiguinhas da época em que ainda fazia poucas asneiras, mas a basaroquice continua a mesma).

Adenda, vinte e duas e quarenta e picos: Apontou a cauda para o lado errado. Não aguentou. É a lei da vida... mas a lei da vida é fodida. Deixa assim umas coisas a modos que manhosas que têm que ver com afectos. 


A Holanda, esse País terceiro-mundista

Atrasado a todos os níveis - a fauna de patos-bravos (construtores civís) está práticamente extinta, segundo os nossos padrões, as Cidades, claramente atrasadas em relação às nossas, estão pejadas de casas velhas de centenas de anos (ao contrário das nossas, com edifícios modernos e a cheirarem a novo), e o parque automóvel, esse então, e para esquecer, com pouquíssimos Mercedes, Audis e BMWs (mais uma vez quando comparado ao nosso). O atraso é tão grande que parte significativa da população, que vive com parcos recursos, se vê obrigada a socorrer-se da vetusta bicicleta nas suas deslocações diárias. A crise agravou de tal modo a situação que até a Ministra dos Assuntos Sociais se viu forçada a adquirir um tandem (bicicleta para duas pessoas) para se poder deslocar, como poderão constatar:





Para os distraídos... A Senhora tem uma deficiência que lhe limita a locomoção a pé, mas ainda assim anda de bicicleta (com ajuda sim, mas anda). E a Holanda NÃO é um País atrasado (pelo contrário). Por comparação temos cidades como Luanda (em que a hora de ponta dura as 24 horas do dia ou Mumbai, que anda lá perto. A qualidade de vida é incomparavelmente melhor em Amsterdão ou em Haia do que nestas.

Nota mental: Há dias em que faz bem relembrar que pessoas assim existem.
Notícia daqui.

Arena.

Sunday, May 24, 2009

Da Luz XI



Da Luz X





Flick your bean... better.

Saturday, May 23, 2009

Pensamento da Noite:

Um dia hei-de descobrir que não sou imortal. Mas não hoje.

Second skin...



balancing glasses on your nose
by the crystal ball
purified of vulgar things
planted feet along the hall
i'm wearing a second skin
i'm wearing a second skin
balancing on a window sill
back against the wall
purified an old idea
contemplating on the fall
i'm wearing a second skin
i'm wearing a second skin

Orion.







Untitled.

La Valse d'Amelie

My Way




And now, the end is near,
And so I face the final curtain.
My friends, I'll say it clear;
I'll state my case of which I'm certain.

I've lived a life that's full -
I've travelled each and every highway.
And more, much more than this,
I did it my way.

Regrets? I've had a few,
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.

I planned each charted course -
Each careful step along the byway,
And more, much more than this,
I did it my way.

Yes, there were times, I'm sure you knew,
When I bit off more than I could chew,
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I faced it all and I stood tall
And did it my way.

I've loved, I've laughed and cried,
I've had my fill - my share of losing.
But now, as tears subside,
I find it all so amusing.

To think I did all that,
And may I say, not in a shy way -
Oh no. Oh no, not me.
I did it my way.

For what is a man? What has he got?
If not himself - Then he has naught.
To say the things he truly feels
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows
And did it my way.

Yes, it was my way.

Da Luz X










Da Luz IX


Feira Popular, Lx.


Está muito bem assim, obrigado. A gerência agradece, bem assim como as ratazanas e demais pragas que por ali proliferam.

Papel Químico



Depois de um fim-de-tarde-início-de-noite daqueles mesmo para esquecer - porque há dias que são assim mesmo, nascem no clube dos vampiros (leia-se "lugar-onde-vamos-para-nos-tirarem-sangue-para-depois-nos-dizerem-Ó-amigo,-com-esses-triglicéridos-alpinistas-aí-nos-Himalaias-você-devia-estar-morto-desde-mil-nove-e-carqueja") e vão acabando assim de fininho com umas quantas notícias más - decidi, após longa e madura ponderação dar um pulinho ao São Luiz para ver o que este rapazinho anda por lá a fazer, dado que vinha muito bem recomendado (e nestas coisas nada como seguir os conselhos de quem sabe). Era para ir amanhã, mas quilharam-me a noite com a janta festivó-comemorativa dos trezentos e sessenta e cinco dias após o último aniversário de um palhaço amigo... Decidi então raspar-me (quase à pele), e dado que sou uma alminha nada e criada ao volante nas vielas alfacinhas, DETESTO conduzir em Lisboa (acto que acaba regra geral num auto de fé com direito a pirotecnia verbal e cenas de imolação auto-inflingida por parte dos incautos que partilham tão sublimes momentos comigo). Chegado a Lisboa e dado que a fila para o parque dos Restauradores já ia pra lá de Braga, decidi deixar o bote num parque magnífico e maravilhoso ali nas catacumbas de um hotel para os lados do Marquês, parque esse que "encerrava" às 22h00 (descobri depois de ter entrado, deviam faltar uns quinze minutos para a hora). Valeu-me a boa vontade do segurança, um homem bom que me assegurou que fosse descansado, à hora que voltasse podia ir buscar o carro. Maravilha.
Passo numero dois: táxi. Logo logo quase a seguir, vantagem de se estar no centro da cidade em hora de ponta. Calhou-me um magnífico fogareiro (mais velho do que o acne juvenil do Fidel Castro) que dava ares de se poder auto-destruir em qualquer instante, para além da nítida e perene sensação que acompanhou durante toda a corrida de que ia largando peças consideradas indispensáveis em qualquer outra viatura como se fosse um submarino a largar lastro. Paragem no trânsito quase mêm mêm mêm a chegar. O condutor, homem vivido e com ares de quem transpirava confiança e simpatia, ar condicionado no máximo (vidro aberto do tejadilho ao soalho do bote) é abordado por um bando de pitinhas cheias de fome -"olhe, sabe-me dizer onde se pode comer aqui?" -"num restaurante" -"e onde é que há um restaurante aqui?" -"não sei" -"o senhor não é de cá?" -"não, cheguei agora da província". Belo, pensei com os meus botões. Macho lusitano, puro sangue destilado no olho do cú. Dizias isto a uma mulher do teu tamanho e ias para eunuco em três tempos. Decidi abandonar a procissão e seguir a pé, era mais rápido. 
São Luiz, bilheteira, uma mocinha com um sorriso lindo e simpatiquíssimo, olhei-a nos olhos, olhou-me nos olhos, no vidro uma folha A4 com os dizeres 

Papel Químico
Lotação esgotada

Fooooooooodassssssseeeee!!!!!
(acho que tinha a data escrita, mas fiz "Tilt" na "Lotação esgotada"). 
Cum catano. Estas coisas acontecem por cá. A cultura "vende", afinal de contas.
Abri as asas, olhei para a moça, nem trocámos palavra, fiz o meu melhor sorriso e saí com o "boa-noite" mais simpático do planeta. Lécas. A consolação que me fica é imaginar que aquilo lá dentro pudesse estar à pinha de intelectualóides de esquerda bimbalhoca (aquela malta que fica sempre a olhar para alguém com ar esclarecido de quem percebe da coisa e imita para ficar bem. Na realidade não percebem pevide do que se passa no palco)... Não sei se estava ou não, mas DEIXEM-ME com esse (fraco) consolo. 
Foi aí que me deu a fome (a janta já levava mais de vinte e quatro horas de vantagem). Decisão óbvia àquela hora: um sítio que não baixe os standards ao fim da hora do jantar... Claro está, a minhoca do Chiado é a escolha óbvia (a hamburgaria que tem o palhaço Ronald à porta) - como os standards são sempre maus, não há o risco da decepção. Foi o ponto alto da noite. Assim que entrei, a idade média lá dentro disparou para a estratosfera. Com a excepção de um casal que lá estava, toda a restante maralha ia directamente para a rúbrica "número de dependentes do agregado familiar" em qualquer declaração de IRS. Ainda a cheirarem a fraldas e pó-de-talco e já com gravíssimos problemas de localização geo-estratégica. Entenda-se, se há coisa que me acende os vermelhos é ver um imbecil que nem tem por onde levar uma ostra a armar em superior, esperto e engraçadinho com o empregado que está na caixa a atendê-lo (e não foi só um). Principalmente se não sabem o significado de todas as palavras que estão a utilizar. Uma lamparina bem atestada na fronha era capaz de ajudar algumas alminhas a encontrarem o "caminho" bem mais depressa do que um ano de sessões de Ioga.
O resto... Peanuts, uma noite fabulosa e malta-que-não-é-de-cá com fartura (incluindo uma mão-cheia de "quéfrô" e três ou quatro "Ò bacano, desengoma aí um cigarrinho". Soube bem a caminhada.

Sabia que havia muita gente em Lisboa com domicílio fiscal no olho da rua, mas não sabia que eram tantos, e já tão à descarada. E há muito tempo que não via alguém deitado/abandonado no chão a tremer de... algo entre a epilepsia ou o "turkey" de uma merda qualquer que lhe estava a fazer falta nas veias. Ou se calhar era só choro da solidão. Mas já estavam lá dois agentes a aliviarem-me(nos) a consciência da indiferença. Entre o Chiado e os Restauradores, no centro de Lisboa, no Séc. XXI. 
Foda-se.

Friday, May 22, 2009

Validation.


Para ver até ao fim, é grandote mas vale a pena.







Há dias em que precisamos mesmo disto para voltar a agrafar "aquele" sorriso na cara.



Obrigado Mαğΐα
:)

Pensamento para o fim-de-semana

Desta vez, quem vai dar uma volta sou eu.





E, se um dia

Alguém na rua te oferecer um pé de couve-flor (ou um repolho), isso é o quê?

Thursday, May 21, 2009

Sativa.