Wednesday, September 30, 2009

Urticária:


Volto dia seis, acho eu.
Até lá, trabalhem esforçada, sofrida e afincadamente.
Beijinhos e abraços.


(é bom saber como fazer amigos com facilidade)

Pensamento da tarde:


"Como respirar for dummies"


By Niagara,
Neurónio Solitário Editores.

(Fuck. Estou mesmo a ser mal pago).

Por favor...

Alguém de bom coração envie este link ao Nuno Rogeiro? Quero dizer... só para não fazer más figuras...

Tuesday, September 29, 2009

At last...

Untitled.


Some
Others
Are
Counted,
These
Ones
Are
Numbered

Days.

Pensamento do dia:

Monday, September 28, 2009

Tejo

No sábado decidi ir dar um giro a um sítio onde não ia há demasiado tempo. Começa ali em Alhandra e segue sempre à beira-rio até Vila Franca de Xira. Buganvílias com fartura, muita côr, um passeio pedonal /ciclovia que vale a pena conhecer porque sim. Pelo rio, principalmente, pelo vento em rajadas, pela natureza... Para quem gosta.
Cresci ali perto... É sempre bom voltar a ver o melhor de onde viemos.
Desculpem a falta de qualidade, as fotos foram tiradas com o telemóvel... não estava à espera de encontrar um dia assim.

























Pensamento do dia:



Em ditadura é mais fácil manter o poder, basta aldrabar as eleições; Em Democracia tem que se aldrabar a realidade.


Ass: José de Pina.
(Nascido para Mandar, pequeno manual cuja leitura recomendo vivamente).

Friday, September 25, 2009

Sexta-feira:


Um fulano qualquer aborda um alentejano
na rua e pergunta-lhe:
"O amigo quer ser testemunha de Jeová?"
O alentejano responde:
"Eh pá, eu nem vi o acidente"...

Pensamento de fim-de-semana:


"Toda a gente repara em mim quando estou bêbedo, mas ninguém me vê quando tenho sede."

Thursday, September 24, 2009

Pensamento do dia:



When the shit hits the fan
Some men run
Some men stand

Wednesday, September 23, 2009

Boas notícias.

No meio da confusão eleitoralóide que asfixia o País de Norte a Sul, transversalmente e sem olhar a classe ou género, desponta um raio de luz que nos faz ter esperança no futuro. Fui encarregue de remodelar a moribunda Comissão Organizadora dos Nossos Almoços (C.O.N.A.) de molde a que revitalizando-a se pudesse expandir a abrangência operacional da mesma. Mantendo-me portanto nas funções de Presidente, Tesoureiro e Vogal, anuncio o nascimento da Comissão Organizadora dos Nossos Jantares (C.O.N.Ja - lê-se "cóuníá, segundo me confidênciou uma amiga Ucraniana).

Pensamento da tarde:



Deus deu-me uma grandessíssima dose de paciência, mas o diabo levou-ma toda à nascença.

Das coisas sérias.

No domingo vou votar.
Ainda não sei em quem, mas vou votar. Digo "não sei em quem" não porque tenha algumas dúvidas pontuais, mas porque tenho uma grande questão de fundo: nenhuma daquelas alminhas me convence. E há uma razão muito forte para isso: uns falam do que não sabem como se soubessem, e isso é demagogia; não aceito que me apareçam como se tivessem aterrado agora na Terra vindos directamente de Marte a pregar a moral como se fossem Cristo reencarnado; outros têm feito parte do problema ao longo destes últimos anos, ou acompanham (ou são acompanhados) por quem tenha feito - e não me refiro a ninguém em particular, há que incluir neste bolo todos aqueles que nos representaram na AR ao longo das últimas legislaturas sem aceitar desculpas do tipo "Não pudemos fazer nada".
Resumindo, acredito que no domingo vou olhar para o boletim de voto e seguramente não encontrarei lá nada que me mereça a cruz. Fazer o quê?

Portugal na Europa:

A constatação do óbvio...

...Com a profundidade de um dedal.
Esta notícia deixou-me entre um ataque de nervos e outro ataque de nervos. É que há coisas que não necessitam de sondagens para se perceberem: basta o bom-senso.
A bem do rapaz, eu diria que nenhum dos outros andou muito longe.

Mas isto, claro, sou eu a falar... e opiniões cada um tem as que quer.

A gata fedorenta:

Mau mau mau. Mázinha, fraquinha, fraquíssima. Narizinho no ar, arrebitadito, muito vácuo, encefalia demissionária galopante.
Revelação da semana: o bibelot.

Razorblade

Untitled.

Fade to Black

Monday, September 21, 2009

Parque Mayer

Sábado à noite. Esteve lá o Pedro Abrunhosa - o mesmo que há uns anos levantava o Coliseu de Lisboa dos alicerces com os Bandemónio, aqui conseguiu levantar algumas alminhas das bancadas com o novo êxito "O que é que tu e eu podemos fazer?"...

Bem. Andava eu a arejar a pássara por ali e deparei-me com este "mural". Claro que as cervejolas no sistema embotaram um pouco a nitidez da imagem, mas tinha que registar. A razão pela qual boto "faladura" no post... Enquanto tirava a foto alguém dizia atrás de mim "Impressionante. Estão todos mortos".

...

Ten


Once upon a time I could control myself
Once upon a time I could lose myself
Once upon a time I could love myself
Once upon a time I could love you




Untitled.

O pecado original:

E o Senhor, virando-se para Eva, disse-lhe:

-"E tu, por teres ouvido à serpente não a mim, e por teres dado o fruto proibído ao homem, irás pagar caro. Pagarás muito caro, com o teu próprio sangue...
...em suaves prestações mensais."



(Agora chamem-me nomes, vá)

Meaning?

Friday, September 18, 2009

Babooshka



She wanted to test her husband.
She knew exactly what to do:
A pseudonym to fool him.
She couldnt have made a worse move.

She sent him scented letters,
And he received them with a strange delight.
Just like his wife
But how she was before the tears,
And how she was before the years flew by,
And how she was when she was beautiful.
She signed the letter

All yours,
Babooshka, babooshka, babooshka-ya-ya!
All yours,
Babooshka, babooshka, babooshka-ya-ya!

She wanted to take it further,
So she arranged a place to go,
To see if he
Would fall for her incognito.
And when he laid eyes on her,
He got the feeling they had met before.
Uncanny how she
Reminds him of his little lady,
Capacity to give him all he needs,
Just like his wife before she freezed on him,
Just like his wife when she was beautiful.
He shouted out, im

All yours,
Babooshka, babooshka, babooshka-ya-ya!
All yours,
Babooshka, babooshka, babooshka-ya-ya!
All yours,
Babooshka, babooshka, babooshka-ya-ya!

Sexta-Feira:

Merda.
Comi a bola de berlim antes de me lembrar de tirar a foto.

Peço desde já desculpa.

Thursday, September 17, 2009

Normativo:


Manual de quem quer andar à cabeçada.

(seja com quem for)


Regra numero um:
Olha bem para ti e pergunta-te...
"HOW LOW CAN YOU GO?"

Se não for suficientemente "LOW", desiste.
Se for "LOW" QB... Suicida-te. És um filho da puta.

Cruz-Quebrada Dafundo a Sério:


Muito sério, muito a sério, muito à frente...

Original daqui

Pensamento do dia:

Poor little criancinha
Pendurated nas traves da cozinha
"Mamma help me! Mamma Help me!"
Mamma help me o caralho, da próxima não te pendures.

Wednesday, September 16, 2009

Semana Europeia da Mobilidade II:


Lázaro,
Levanta-te e anda!

Semana Europeia da Mobilidade I:


Tuesday, September 15, 2009

Define-te, numa frase:

.
.
.
"Eu... sou um low-profile de gema".
.
.
.
.
.
.

(errata: onde se lê "low-profile" dever-se-á ler low profile")

Asfixia Democrática

Dado que já se disseram muitos disparates em relação a este assunto, decidi-me humildemente a dar o meu contributo ao cabal esclarecimento do mesmo. Decompondo as partes:

Asfixia: insuficiência de oxigenação sistémica devida ao baixo conteúdo de oxigénio do ar ambiente ou a um obstáculo mecânico à respiração.

Democrática (de Democracia): É um regime de governo em que a tomada de decisões políticas é responsabilidade de representantes eleitos dos Cidadãos.

Concatenando a coisa: A Asfixia Democrática ocorre quando os representantes eleitos dos Cidadãos sofrem de uma insuficiência de oxigenação sistémica. A continuidade da mesma por um período prolongado provoca lesões cerebrais graves (que se poderão comprovar no imediato pela autópsia de um qualquer espécimen) com o seguinte quadro clínico : severas perdas de memória, falta de coordenação motora progressiva, inconsistência no discurso, dificuldade em tomar decisões e um profundo alheamento da realidade.
Dada a similaritude de sintomas, a asfixia democrática é muitas vezes confundida com a lobotomia galopante.

Monday, September 14, 2009

...

Portugal não é uma província de Espanha e, portanto, devemos defender os nossos interesses e não os de Espanha

ou

"Não tenho nada contra os estrangeiros, mas estes estrangeiros não são de cá."

(Agecanonix in "Astérix, o Domínio dos Deuses").

Again... porque sim.



Do you remember chalk hearts melting on a playground wall
Do you remember dawn escapes from moon washed college hall
s Do you remember the cherry blossom in the market square
Do you remember I thought it was confetti in our hair
By the way didn't I break your heart?
Please excuse me, I never meant to break your heart
So sorry, I never meant to break your heart
But you broke mine
Kayleigh is it too late to say I'm sorry?
And Kayleigh could we get it together again?
I just can't go on pretending that it came to a natural end
Kayleigh, oh I never thought I'd miss you
And Kayleigh I thought that we'd always be friends
We said our love would last forever
So how did it come to this bitter end?

Do you remember barefoot on the lawn with shooting stars
Do you remember loving on the floor in Belsize Park
Do you remember dancing in stilettoes in the snow
Do you remember you never understood I had to go
By the way, didn't I break your heart
Please excuse me, I never meant to break your heart
So sorry, I never meant to break your heart
But you broke mine

Kayleigh I just wanna say I'm sorry
But Kayleigh I'm too scared to pick up the phone
To hear you've found another lover to patch up our broken home
Kayleigh I'm still trying to write that love song
Kayleigh it's more important to me now you're gone
Maybe it will prove that we were right
Or ever prove that I was wrong

Beauti paupere spiritu.

Um dia gostava mesmo de aprender a escrever. Bem, se calhar devia começar por aprender a saber falar. Gostava de conseguir escrever coisas como algumas pessoas (pessoas que ainda não me conhecem) sabem escrever. Gostava também de ter essa sensibilidade de perceber o mundo em redor, de captar o sentimento do que vive neste tempo, ou do que já viveu, ou do que viverá num tempo imaginário, e de conseguir - com essa capacidade de saber escrever - descrever - ou melhor, levar as pessoas a viverem, ou a quererem viver - nesses mundos e nessas histórias.

Até lá fico-me por aqui, pelo blog. Vou-me contentando em ser a sarna de quem lê, a comichão na correcção gramatical, a falha na conjugação verbal, a fractura no género e no modo.

Já agora, assumo que até soa bem, mas não percebo pevide do que acabei de escrever. O meu consolo é que... bem, por esta blogosfera fora há gente com muito mais pretensões (e curriculum "facial") do que eu a fazer bem pior. Como consolo é fraco, mas para já é o que se arranja.

(Obrigado Idalina, pelos pares de estalos que me afiambraste na fronha).

Telegraph Road



A long time ago came a man on a track
walking thirty miles with a pack on his back
and he put down his load where he thought it was the best
made a home in the wilderness
he built a cabin and a winter store
and he ploughed up the ground by the cold lake shore
and the other travellers came riding down the track
and they never went further, no, they never went back
then came the churches then came the schools
then came the lawyers then came the rules
then came the trains and the trucks with their loads
and the dirty old track was the telegraph road

Then came the mines - then came the ore
then there was the hard times then there was a war
telegraph sang a song about the world outside
telegraph road got so deep and so wide
like a rolling river. . .

And my radio says tonight it's gonna freeze
people driving home from the factories
there's six lanes of traffic
three lanes moving slow. . .

I used to like to go to work but they shut it down
I got a right to go to work but there's no work here to be found
yes and they say we're gonna have to pay what's owed
we're gonna have to reap from some seed that's been sowed
and the birds up on the wires and the telegraph poles
they can always fly away from this rain and this cold
you can hear them singing out their telegraph code
all the way down the telegraph road

You know I'd sooner forget but I remember those nights
when life was just a bet on a race between the lights
you had your head on my shoulder you had your hand in my hair
now you act a little colder like you don't seem to care
but believe in me baby and I'll take you away
from out of this darkness and into the day
from these rivers of headlights these rivers of rain
from the anger that lives on the streets with these names
'cos I've run every red light on memory lane
I've seen desperation explode into flames
and I don't want to see it again. . .

>From all of these signs saying sorry but we're closed
all the way down the telegraph road

Pensamentos:


Porque o Universo é assim mesmo.
Porque há coisas muito maiores do que nós.
Porque apesar de as conseguirmos ver, não as conseguimos apreender.
Porque apesar de estarem ali, nós estamos longe.
Porque há coisas tão grandes que são em si um universo.
Porque somos finitos.
Porque isso tem tradução em linguagem humana:
Somos mortais.



Segunda-feira:


Hoje não me digam nada, passei a noite de cama e ainda não me estou a sentir bem.

Legislativas 2009

Vou votar neste gajo:


Inventou um dispositivo para ver através das paredes:
chama-se JANELA.

Todos os outros ainda estão a tentar inventar a roda. Tadinhos...

Friday, September 11, 2009

Dêem-lhe fósforo!!!




"Desde que idade vota? Votou sempre no Partido Socialista?


Desde os dezoito anos, ou seja, desde 2005. Para as legislativas votei sempre PS. Em outras eleições não necessariamente, depende dos candidatos..."


As últimas eleições legislativas decorreram a vinte de fevereiro de 2005, just for the record. A piquena veio ao mundo a 27 de Maio de 1987 (dia internacional da lobotomia galopante). Aparentemente teria dezassete aninhos no dia das ditas eleições.

Amordacem a moça. Por favor.


Original aqui (o Cachimbo de Magritte).

A entrevista no "i"...

O Caso Manuela Moura Guedes

Vale mesmo a pena ver até ao fim. Muito bom.
(recebido pela via do costume)

Update:




Untitled.