Thursday, December 9, 2010

Eu não vou falar da Wikileaks

Mas falo de liberdade de expressão. Nunca como hoje o conceito foi tão elástico, mais em função de interesses pessoais ou corporativos do que da intenção de balizar até onde é aceitável e a partir de onde se torna inaceitável. Moralmente falando, claro.

3 comments:

kawamura said...

"A Colher de Pau: o bê-á-bá de qualquer dona de casa. Ia a todas, desde o caldo verde até à boa da nádega... fulminante, com a velocidade de uma bala e o poder destrutivo de uma bomba antónia, era um mar de lágrimas ao primeiro encontro com a pele."
(...)
Pomada amarela: espécie de creme não identificado que substituía quase tudo, desde o creme nívea à pasta medicinal couto... Parece que a fórmula continua envolta num véu de mistério, mas dizem as más línguas que é feito com uma mistura de pomada para os calos, 605 Forte e coca-cola."

"És louco?!
Sou sim. Mas aproveito todos os momentos... "

A agora, a pièce de résistance...
"Se um dia for contigo e contigo regressar, serei um pouco de ti, um pouco de ti será meu.
Se um dia viver assim e tiver que viver como eu, será o que eu quiser, o que eu quiser será meu.
Se um dia for um Rei e assim tiver que reinar, serei até onde puder, o azul do céu será meu.
Se um dia for mendigo e te mendigar um olhar, será por assim querer, querer assim como eu.
Se um dia não nascer e não puder retornar, que seja por ser como um deus a não querer capitular.
Se um dia não te vir e nunca mais te ouvir falar, nem Deus nem Reis nem Homens me farão regressar."

E isto é apenas uma amostra da colheita de 2008 - grande ano.

Niagara, há já uns anos que te leio e ainda não sei de onde vem o Niagara... Sabes a minha "morada" ;).

Niagara said...

Isto dá direito a um post...

Bem, não sei de todo a tua morada não :). Manda lá.

Kawamura said...

Caríssimo, aqui está: continuum@hotmail.co.uk. Ainda reminiscências do velhinho Sistole Diástole...