Friday, January 29, 2010

O pneu de trás está embaixo. *


* (como se isso fosse importante...)


(Czech Republic's Premier Cycling City )

Another day is rising...




E eu podia passar sem ser mete-nojo?


Podia, mas não era a mesma coisa...




Há dias que nascem assim aqui.



A máquina-lélé não é nada de especial. O momento, esse... fantástico. Fica aqui partilhado, porque não somos invejosos... E um bom dia!

Tuesday, January 26, 2010

Leitura matinal

Um post, uma idéia, um fundamento lógico e válido para uma opinião. Um ponto de vista interessantíssimo que me fez questionar umas quantas coisas. Aqui. Sobre o acordo ortográfico.
Now, for something completely different Encontrei num post do a-sul um link para o ambio. Vale a pena seguir.

PQP!!!!

GCM, o costume, grande caminhada matinal. Em cinco passadeiras que tenho que atravessar, ia sendo atropelado em três. Sessenta por cento de ias-ficando-logo-ali. Um deles, um corsa assim mais antiguinho, daqueles sem ABS deixou uns quilos de borracha agarrados ao asfalto antes de imobilizar o pára-choques a uns míseros dois palmos das minhas canelas. Toda aquela travagem me pareceu o hino da Somália tocado numa gaita de foles bêbeda. O "condutor", ele próprio um peão quando do lado de fora do enlatado, desfez-se em pedidos de desculpas... Branco como o gêsso. Eu hoje devo estar muito calminho para não lhe ter enfiado a porta para dentro com um biqueiro.

Monday, January 25, 2010

Untitled.






Lembras-me uma marcha de lisboa



Num desfile singular,



Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar

Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal

As memórias são
Como livros escondidos no pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar

Queria viver tudo numa noite
Sem perder a procurar
O tempo, ou o espaço
Que é indiferente p´ra poder sonhar


As memórias são



Como livros escondidos no pó

As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar


Quem foi que provocou vontades



E atiçou as tempestades

E amarrou o barco ao cais


Quem foi, que matou o desejo



E arrancou o lábio ao beijo

E amainou os vendavais

Momento de Póisia



Da san is cháiningue
An da scái is blu
Amanhã vai chover
Eh pá vai tu.

Thursday, January 21, 2010

Dúvida cruel:



E o Sá Pinto podia passar sem espancar o Liedson?


...Podia, mas não era a mesma coisa.




A Internet é um mundo. Vá lá de ver que até aparecem (no youtube) as escutas do apito dourado, pela mão de um anónimo, "Tripulha" de sua graça. É só fazer um search - e a despachar porque acredito que a coisa não esteja online muito tempo.
Ouvindo aquilo cada vez mais me convenço de que isto é um lugar muito mal frequentado. E percebo porque raio não ligo pevide ao futebol. É que eu gosto de jogo limpo.

Para desmoer:



Um mendigo aproxima-se de uma "tia" cheia de sacos de compras da Louis Vuitton e diz-lhe:
 - Madame, eu estou sem comer há 4 dias.
  E a madame responde:


 - Oh Meu Deus! Como eu gostaria de ter a sua força de vontade!


Paspalhito.



GCM, ou grande caminhada matinal, a caminho do metro. Constato feliz que o eixo norte-sul já está atascado, e ainda são só sete e meia da matina. E decido-me a fazer umas contas. Num percurso de menos de um quilómetro e meio feito em cerca de vinte e tantos minutinhos contei três amarelinhos da Carris - um dos quais vazio, um pópó com três ocupantes, seis com dois e - pasme-se - para cima de quatrocentos e cinquenta (foi onde deixei de contar) com apenas um ocupante.


A pé, para além de mim, sete pessoas: duas à espera de autocarro, duas a fazerem o transbordo de um bebé entre dois carros "estacionados" numa rotunda (só a tiro), um miúdo que ia não sei para onde e os restantes dois que se deslocavam para os respectivos pópós.


Este é o retrato de um País em crise. Quero dizer, a única pessoa em crise sou eu, que ando a pé.

Inqualificável? Não. Imperdoável.

"Houve uma massificação do acesso ao ensino, mas a qualidade não acompanhou essa evolução"

"Nos Estados Unidos, a taxa de escolaridade até ao 12º ano era de 100% ainda antes da Segunda Guerra Mundial; em Portugal o ensino obrigatório até aos 18 anos só acontecerá a partir de 2013." De acordo com o INE, só 60% dos portugueses completaram o ensino secundário; a mesma percentagem de norte-americanos tem habilitações superiores. "Os países escandinavos, por exemplo, conseguiram recuperar o atraso face aos EUA e, na década de 60, 100% da população já estava escolarizada ao nível do secundário"

Todos os países desenvolvidos como França, Alemanha ou Espanha conseguiram taxas plenas de sucesso no ensino secundário, mas "em Portugal, 30 a 40% da população não consegue ir além do 9º ano". O sistema exclui sobretudo os que mais precisam.

"Políticas de educação feitas para as estatísticas" e o "decréscimo da exigência do ensino para combater o abandono escolar". 

Se existem hoje 27 vezes mais alunos matriculados no ensino secundário do que na década de 60, "No mandato de Maria de Lurdes Rodrigues, 20 mil alunos matricularam-se no ensino profissional. O preço de termos menos jovens a abandonarem a escola é que até se criaram cursos de treinador de futebol que dão equivalência ao 12º ano." 


Wednesday, January 20, 2010

Atoalhados e traquitanas...

Cena única: o je especado em frente à montra do rei do atoalhado ali ao metro em Sete Rios, convertidíssimo a um edredão "polar" com aquele aspecto de coisa quente... vencida a timidez inicial, decido franquear a porta do galinheiro atestadinho de estrogénio em época de saldos. Sou brindado com a "funssionária" mais esclarecida de todas as superfícies comerciais do subsolo alfacinha, um espécime único (e felizmente raro) da toupeira sapiens sapiens.
"Hum... tem desta cor para cama de casal?"
"Digam's... tem's dois tamanh's... A sua cama é digam's regular?"
Digam's que lhe estive para responder que não, que a minha cama é daquelas do Ikea cheias de altos e com os agrafos todos virados para cima, comprada em segunda mão a um faquir escandinavo, portanto... Mas digam's que a... insalubridade do ambiente em época de Saldos me levou a tomar o caminho mais curto para a porta.
"Digam's que a minha cama é regular."


E digam's que depois da cerimónia da entrega da nota saí de lá com um magnífico edredão polar que quase não uso porque digam's que me transforma a cama num caldarium.

Dog Latin II



Protelamus
Evitamus
Adiamus
Olvidamus

Dog Latin




Declinamus.


Monday, January 18, 2010

Hava Nagilah






Infinity






After all the time
After you
Had you seen me with someone new
Hanging so high for your return
But the stillness is a burn


Had I seen it in your eyes
There'd have been no try after try
Your leaving had no goodbye
Had I just seen one in your eyes


I can't give it up
To someone elses touch
Because I care too much


Could you tell
I was left lost and lonely
Could you tell
Things ain't worked out my way


Wish the best for you
Wish the best for me
Wished for infinity
If that ain't me


Give it up
I can't give it up


I can't give it up
To someone elses touch
Because I care too much


Give it up
I can't give it up


Friday, January 15, 2010

DEUS EXISTE!!!!!!



Litro de cerveja na Alemanha mais barato que água 


O preço da cerveja na Alemanha está em queda acelerada e em alguns supermercados é possível encontrar um litro desta bebida a 38 cêntimos, valor mais baixo que o litro de água mineral.




Vôos Lisboa-Munique


Vôos Lisboa-Berlim

É só clickar para ver o texto e ir para a listagem dos vôos.
Depois digam que não sou amigo... 

Uma calhoada nos cornos...



Julho de 2008
Spot price: 135.55 USD/Barril ( 86.134 EUR/Barril)
EUR/USD: 1.57370
Preço da Gasolina 95 (média 07/08): 1,519 €/l
Preço do Gasóleo (média 07/08) : 1,422 €/l
Relação de custo:
Gasolina 95: 56,7044
Gasóleo: 60,572


Janeiro de 2010
Spot price: 78.62 USD/Barril ( 54.726 EUR/Barril)
EUR/USD : 1.43660
Preço da Gasolina (média 12/2009) 95 : 1,285 €/l
Preço do Gasóleo (média 12/2009): 1.046 €/l
Relação de custo:
Gasolina 95: 42,588
Gasóleo: 37,483





Não vale a pena avançar já com historias da carochinha. Eu sei que o câmbio EUR/USD é dado  ao valor do dia e não à média mensal, sendo que todos os outros valores são médias mensais. Isto não pretende ser uma amostragem exacta, apenas pretende com valores aproximados e não falaciosos demonstrar uma tendência preocupante do mercado - até porque o spot price não é o do brent (não o encontrei), mas o do crude all over the world.


Não me lixem com a conversa de que "ah, isto é comprado a três meses ou a seis meses" ou o raio que parta; eu, se tiver que fazer stocks ou se tiver que negociar preços com um avanço de três ou seis meses NÃO vou deixar de negociar SEMPRE o preço que me for mais conveniente - a não ser que seja um grandessíssimo incompetente. E não pega de todo o acréscimo do custo como sendo custos de refinação - se assim for, algo está muito mal nas refinarias da GALP. O que eu sei é que no mês em que o crude atingiu o valor máximo de sempre - Julho de 2008 - um barril de crude custava tanto (em Euros) como 57 litros de gasolina ou 61 litros de gasóleo; hoje um barril custa tanto como 43 litros de gasolina ou 38 litros de gasóleo. Ou seja, comparativamente - e mesmo assumindo que os dados de partida não estarão 100% exactos, temos um acréscimo de custo COMPARATIVO de 25% para a gasolina e 38% para o gasóleo. E isto com o preço do crude em queda...

Mesmo que a incorrecção dos dados que avanço desse um erro de 5%, estamos com uma variação de 20% para a gasolina e 33% para o gasóleo.
Alguém me explica?




The Blue Öyster Cult


Rinji news o moshiagemasu!
Rinji news o moshiagemasu!
Godzilla ga ginza hoomen e mukatte imasu!
Daishkyu hinan shite kudasai!
Daishkyu hinan shite kudasai!








Fotoblog - Lx by night.







O que se consegue apanhar num intervalinho... Só assim para desmoer.

Há dias que nascem assim aqui.



Thursday, January 14, 2010

A pergunta que se impunha:

Não questiono os problemas de tesouraria e de falta liquidez das empresas portuguesas, sobretudo PME's. Mas alguém de bom senso acha que as empresas não investem por causa do prazo de devolução de IVA, da taxa social única e da carga "fiscal elevada"? Será assim tão difícil de entender que quando falamos de decisões de investimento essas variáveis têm pouco ou nenhum impacto?


Ora como eu não percebo nada destas coisas e nada tenho para ensinar, apenas sugiro ao Engenhêro (ou Doutor ou lá o que prefixe o nome) João Galamba que faça umas contas. Mas a mim parece-me mais ou menos líquido que, se estou a pagar IVA ao Estado sobre facturação que ainda não foi liquidada,  a disponibilidade de capital para investimento é capaz de ficar comprometida, principalmente no caso das PME's.
A carga fiscal... Por amor da Santa.
Quando falamos de "decisões de investimento" essas variáveis têm tanto impacto que a grande maioria das multinacionais establecidas em Portugal dispõe de condições fiscais "especiais" - a Opel, a Renault, a Ford-Volkswagen... (continuamos?)...
As PME's nem sequer dispõem dessas condições. Muitas vivem com a corda ao pescoço porque algures na cadeia do haver há um mau pagador crónico chamado Estado que paga sempre tarde e a más horas.
Eu consigo ver aqui um paralelo.
O João Galamba é um visionário.

Wednesday, January 13, 2010

Chaotïc Ununoctium

Doom, one of the earliest major first-person s...Image via Wikipedia
Um quarto para as sete da matina. Depois de uma caminhada à chuva miudinha que de vez em quando se queria fazer gente e caía mais forte entro no metro. Ninguém na rua, ninguém abaixo dela. Apercebo-me de que a estação me faz lembrar alguns cenários do Doom 2, o único jogo que me viciou e me tirou o sono durante umas quantas noites (aquele nível 17 tinha uma música absolutamente fantástica) e me levou a não querer saber nem de Quakes nem de Dooms III ou que raio fosse, antes que.

O metro, esse estava quase cheio. E não deixa de ser de todo interessante de vez em quando levantar cedo, sair cedo, fazer o mesmo percurso de sempre a uma outra hora, para ver outras caras e sentir outras vidas. E vir àquela hora é seguramente embrenharmo-nos um pouco mais no País real e profundo mesmo aqui ao lado, o País que vive em T1's com vista para o muro no Olival Basto ou na Brandoa, que penou um spread de 2,5%, que suou sangue nos setenta e cinco mil euros que a CGD fez o favor de emprestar a troco de uma vida inteira com o credo na boca e a troco de favores e fiadores. O que me diz muito do real valor do "real estate". E do País real. Sem juízos de valor.

Entra algures uma senhora que tanto podia ter trintas como cinquentas. "Muito Africana", como teria dito a Idalina... Eu prefiro dizer que era preta mesmo. Gorro preto dos New Yorkers, samarra meio para o amarelo torrado a cobrir a gola tricolor do fato de treino, chapéu de chuva a parecer o cortinado "bom" comprado em 1977 nos Armazéns Conde Barão. Primeira impressão: a constatação da desistência (já há algumas eras) de todo e qualquer bom-gosto que lhe pudesse ter calhado em herança à nascença. E contudo, contrasta com o sorriso, contrasta com o brilho fundo no olhar. Constato pelo contraste que não pode ser uma questão de estética. Para ela não é uma questão de estética, visto ali de onde ela está - pode ser para quem está de fora, mas não para ela, e as razões dela serão seguramente muito dela. E a mim parece-me que é algo que tem muito mais a ver com saber-se perfeitamente o que é que é importante na vida. Sabermos quem somos e qual o nosso lugar. Muito Papalagui, para quem teve a sorte de ler o livro. Muito qualquer outra coisa do género e cujo nome desconheço, mas que vi ontem num documentário do Odisseia que falava da visita à Europa de um chefe de uma tribo da Papua(?)... É verdade sim, não se conquista a liberdade - não conseguimos conquistar a liberdade nunca - se não nos abandonarmos a nós próprios, se não conseguirmos ser independentes do que não é nem essencial nem importante. E ali estava uma alminha com quem nunca me tinha cruzado a relembrá-lo da maneira mais original possível - à maneira dela.

Foi há um ano atrás (mais uns dias). Lembrei-me (again) no metro quando reparei naquela senhora "muito Africana". Era apenas uma expressão que lhe saiu no meio de muitas pequenas coisas ímpares que ficaram. E claro que continua a não ser fácil. Por alguma razão cretina que me ultrapassa, o beggin' e os Madcon voltaram a estar na berra,  um ano depois. Ou então sou só eu que estou mais atento a estas coisas.
Isto de ser só das cinzas e para as cinzas parece-me redutor. Assim de repente ficam-me muitas outras coisas na retina, muitas coisas que vou recordar até um dia. Foi um ano avassalador, em que mudaram mais coisas do que alguma vez poderia ter imaginado. Um ano em que se foram muitas pessoas especiais, pessoas que nos tratam por um nome que só elas dizem quando nos querem chamar. Um ano em que se materializaram devagarinho uns quantos conceitos que pensei que conhecia de ouvir falar. Um ano em que percebi que os sonhos são muitas vezes feitos da dor. Nascem da dor e da perda. A imortalidade, essa, conquista-se de muitas maneiras diferentes.

Tuesday, January 12, 2010

Archaïc.



Pensamento do dia:


Esta noite nasceram-me guelras.





"I Kill you!!!!!"


A terrifying terrorist.



Monday, January 11, 2010

Friday, January 8, 2010

Apanhada a (coiso) na net.

Ou a prova de que o amor pode ser cego mesmo phode ser vista aqui... A Clara Pinto Correia, claro.


(A prova de que deu efectivamente uma queca ao invés de se pôr ali a simular o orgasmo não está nas nove fotos em que é revelado o sofrível trabalho que o dentista lhe tem feito à cremalheira, mas no cigarro que fuma na última foto).

O sexo dos anjos.

Curiosamente, e tal como já tive oportunidade de o referir, é sempre em contextos de crise que se atiram para cima da mesa com as chamadas "causas fracturantes". Como consequência...
Há aqui umas quantas coisas paradoxais, ou não fosse a causa "fracturante". E uma delas, a que a mim me causa mais estranheza e que ainda não vi referida em lado nenhum, é precisamente o facto de ser a mesma esquerda que se "bateu" pelas uniões de facto entre casais heterossexuais que agora se bate pelo casamento entre casais homossexuais. Por um lado pretende-se dar a legitimidade de uma instituição legal a quem não queira cumprir os formalismos inerentes porque a dita instituição nem é assim tão coisa e tal, pelo outro pretende-se que todos sejam elegíveis à dita instituição porque afinal de contas é emblemática da igualdade democrática. Pelo meio fala-se da possibilidade de casais do mesmo sexo poderem ser candidatos à adopção mas sem nunca se falar muito nos candidatos a serem adoptados...
Como é óbvio TODA a discussão em torno deste assunto enferma de um pecado original: o real interesse de quem o lançou à praça pública NÃO é encontrar uma moldura legal para o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas sim utilizar este assunto como manobra de diversão. Porque neste preciso momento cerca de  10% da população homossexual deste País está desempregada, e eventualmente muito mais preocupada com as contas do supermercado do que decidir quem vai de "noiva". Se estamos a falar de minorias e de direitos das minorias, conviria não esquecer ANTES tudo aquilo que os fundamenta e sustenta, como o direito a uma existência digna, independentemente das escolhas sexuais e do estado civil. Direitos de TODOS, e não desta ou daquela minoria. E creio que não haverá atitude mais homofóbica do que querer discutir os direitos de uma minoria no seio de uma maioria que não vê os seus problemas solucionados. Porque essa maioria NÃO vai entender, porque NÃO vai querer entender, porque ou não tem emprego ou o que tem mal lhe dá para pagar as contas e respirar com a cabeça fora de água. Estamos EM CRISE, SENHORES!!! Fazer isto é o mesmo que colar um cartaz nas costas de cada homossexual, gay, lésbica, bicha, animal, vegetal ou mineral deste País com os dizeres


"Chuta-me no cú que eu gosto".


Isto sim, é que é ser verdadeiramente homofóbico - ou o melhor meio de contribuir activa e eficazmente para a "causa". Não esquecer (nunca) que o Inferno está cheio de boas intenções.

Thursday, January 7, 2010

Io, Calisto, Ganimedes e Europa.




if I died tonight...




It makes me lonely, 
It makes me very lonely, 
When I see you here, waitin' on. 


It makes me tired, 
It makes me very tired, 
And inside of me, lingers on. 


But you have your heart, oh, 
Don't believe it, 
And you ran outside, waiting on. 


Everything I said, oh, 
Well I meant it, 
And inside my head, holdin' on. 


'Cause if I died tonight, 
Would you hold my head, oh, 
Would you understand? 


And if I lied in spite, 
Would you still be here, 
No, would you disappear? 


Surely must be you, 
Surely must be you, 
But I don't make you lonely. 


I'll get over you, 
I'll get over you, 
But I don't make you lonely. 







Wednesday, January 6, 2010

Me, Myself, I. Ou de como o monstro ganha vida I.

Não correu como esperado. Isto começou porque sim, muito por teimosia e um bocado a medo do que iria sair, até por alguma frustração e porque havia que experimentar. Quase sem incentivos de fora. Porque tinha que ser com aquele cabeçalho, com aquela foto magnífica ali em cima, absolutamente incipiente do início até a uma espécie de rotina do agora, mais ou menos revelador na forma e no conteúdo, absolutamente caótico e sem qualquer intenção de mudar, porque tinha que ser assim e na altura em que foi, sem prentensões a ser coisa absolutamente nenhuma, a não querer chegar a lado nenhum. 
Apeteceu-me.
Olhando para trás, ajudou a mudar muita coisa. Muda mais quando se participa, para além de apenas se seguir. Porque se segue o barco mas dentro de água, num outro barco, não se segue a partir da margem. Há água em redor, salpicos e molhas ocasionais. Pertence-se a. Lê-se e segue-se a opinião sincera e sanguínea de uns, absolutamente comprometida de outros (como se estivessem ainda e sempre na redacção ou na sede do partido), a visão da vida e do que os outros andamos por aqui a fazer, sentidas e apreendidas de fora e por fora. Muito além da notícia da Reuters ou da Lusa repetida ad nauseam um pouco por todo o lado.
E claro que sim, é umbiguista - o blog é meu e cada um o dirá do seu - e um mapa cronológico de sentires das coisas da vida, algumas bem más... E não é - claro que não é - o diário que nunca escrevi, exactamente porque nunca o escrevi.
Não correu como esperado. Creio que ganhou uma... "dinâmica" própria. 






Untitled.



Tuesday, January 5, 2010

New Year's Day.





Lá está...



2010

Até estive mesmo a uma unha negra de vir aqui desejar um bom ano a toda a gente. Quase quase quase... Felizmente passou.
Quem não gostar coma iscas.