Thursday, September 30, 2010

Não há quem te enfie um mastro de bandeira pelo cú?



"O presidente do PS considera que o esforço pedido pelo Executivo com novas medidas de austeridade "não são sacrifícios incomportáveis" e que "o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre".
Questionado pelos jornalistas à entrada da sede do PS, onde à noite iriam decorrer reuniões do Secretariado Nacional e da Comissão Política, convocadas por José Sócrates, Almeida Santos lembrou que "esta crise só tem paralelo nos anos 20 do século passado" e reconheceu que "são medidas impopularíssimas", mas que deverão chegar para "afastar o FMI". "Não é qualquer Governo que toma medidas como estas e está disponível para sofrer as consequências", vincou.
Para Almeida Santos "a bola agora está no lado da oposição", e avisou que "não se pede ao PSD que seja co-responsável. Pede-se que por razões patrióticas aprove o orçamento". "


O bold é meu. O "vai para o caralho" também.

Wednesday, September 29, 2010

Tulius Detritus

Tragam-me este gajo para a discussão do orçamento!!!

Irresponsável:

Aquele que tem falta de responsabilidade.

Responsabilidade é a obrigação a responder pelas próprias ações, e pressupõe que as mesmas se apoiam em razões ou motivos.
A propósito de coisa nenhuma importante.

"O jantar caíu-me mal como o caraças" ou "quem se mete com o PS leva"

Já devia ter desconfiado: o horóscopo dizia que o numero do azar era o 23.
Será que quem não votou nestes palhaços pode deduzir a despesa adicional com incompetência no IRS?
Já agora, qual é o prazo de validade desta espécie de PEC III? E vamos entremear orçamentos do Estado com PEC's?






Nota mesmo muito importante: é normal que a PT não esteja interessada no fundo de pensões. aquilo estava investido em quê? Imobiliário? ...??
Fodasse. Estes gajos estão mesmo desesperados. Eu não consigo entender é como é que se gasta à tripa-forra o que não se tem, até chegarmos a este ponto. Tristeza de gente.

Pensamento do dia:

"Ter uma idéia pode ser um perigo quando se tem só uma idéia."

Tuesday, September 28, 2010

Fim de tarde com azia.

Ora a ver se eu consigo dizer a coisa assim duma maneira simples: Eu pago os impostos que me são (como o nome indica) impostos. A tempo e horas. Todos. Voto sempre - nem que seja em branco, mas isso é uma escolha minha. Não tenho uma intervenção cívica ao nível da actividade partidária porque me reservo o direito de manter a minha dignidade e bom-nome acima de uma certa banalidade que se instituiu em determinado tipo de discussões. Trabalho, como a grande maioria das pessoas. Cumpro horários e a minha função E MUITO ALÉM DO QUE ME É EXIGIDO, MUITO ALÉM DO QUE ME É PEDIDO E MUITO ALÉM DO QUE SE ESPERARIA QUE FIZESSE. Etc etc etc. Não porque vista por aí além a "camisola" de quem me paga o ordenado, mas porque por cima dessa visto a MINHA camisola; é o meu nome e a minha credibilidade que prezo e quero manter inatacáveis por culpa própria. E creio que pauto o meu comportamento em sociedade por estes mesmos valores. Claro que não sou perfeito, não me dou com bovinizações, com cretinos a título individual nem com lambe-botas a título particular ou público. Enfiava todos os yes-coisos que conheço junto com os que não conheço num contentor e afundava-os mesmo ali no mar da palha; os subsidio-dependentes parasitários (não confundir com quem precisa MESMO) iam pelo mesmo caminho servir de cobertura para aterro.
Bem. Isto para dizer uma coisa muito simples: Há uns meses atrás mamei com um aumento de impostos e calei. Contrariado, mas calei. E calei porque dei o benefício da dúvida, porque acreditei que mesmo no meio de uma corja de bandalhos irresponsáveis, teria estatísticamente que haver uma alminha lúcida, coerente e com princípios. Os tempos fazem os homens, como sói dizer-se - e graças a isso personagens de outro modo apagadas passaram para as páginas da História, e não temos que ir muito longe para descobrir um Winston Churchill ou um Sebastião José de Carvalho e Melo. Lamentavelmente hoje em dia a coisa parece-me um pouco mais difícil. Ouve-se falar de política subterrânea, de personalidades subterrâneas, de grupos subterrâneos, mas eu diria que a adjectivação é fraca. A política e quem a exerce (porque estamos a falar de profissionais, não há aqui amadores, pese embora o amadorismo) são submarinos. De profundidade, claro, e invertebrados. Lulas. Lulinhas. E vem agora uma dessas lulinhas - que por acaso calha a ser um ministro - dizer de cátedra que temos que aumentar impostos. Vem uma outra alminha que não sei quem é, de quem nunca ouvi falar antes e que nunca me perguntou o que penso da vida que levo dizer que temos que aumentar impostos. Parece que vem de uma tal de OCDE. 
Eeeeespera lá: Repitam lá a coisa porque não entendi muito bem. A ver se me entendo: Foi eleito um governo em quem supostamente deveria confiar a gestão do bem público. O bem público é o passeio em frente à minha casa mais metade da rua, que pertencem ao meu lote, que eu paguei, mas cedi à utilização pública. O bem público é o dinheiro dos meus impostos, directos e indirectos, que dou à  boa gestão destes senhores. Para quê? (Esta é a pergunta dos sete vírgula coiso do déficit...).
Para que garantam a coesão do Estado. chama-se "Defesa". Para que garantam um patamar mínimo de igualdade de todos os elementos constituintes do Estado (Cidadãos e órgãos de soberania) entre si. Chama-se "Justiça". Para que garantam um patamar mínimo de oportunidades a todos os Cidadãos. Chama-se "Educação". Para que garantam que todos os órgãos se soberania desempenhem as suas funções em todo o território nacional e para que garantam que todos os Cidadãos aí possam viver e desempenhar funções produtivas em condições mínimas de salubridade e segurança. Chama-se "Ordenamento Territorial".E também para que garantam que todos os Cidadãos contribuam com a sua quota-parte para o bem comum, em condições de igualdade em função dos diferentes contextos economico-sociais. And so on. E acreditem-me, é para isto que pago impostos e é para isto que acredito que os impostos têm que ser pagos. A minha pergunta é, SERÁ QUE NÃO CHEGAM?
Se os meus impostos tivessem sido utilizados para isto - e apenas para isto - creio que não estaríamos agora a falar de déficits nem de dívidas externas. Se os meus impostos fossem o garante de que o Estado cumpriria exemplarmente as suas funções, não estaríamos a discutir um Estado que se desdobra em participações (e interesses) económico(a)s em holdings, em golden-shares de objectivos tão ambíguos quanto duvidosos nem em participadas públicas ou publico-privadas de resultados tão óbviamente desastrosos quanto os das empresas municipais. Não estaríamos entretidos a discutir freeports nem casas pias que nunca chegarão a lado nenhum, não teríamos seguramente que discutir a cadeira de inglês técnico duma espécie de primeiro-ministro que nos saiu na rifa porque pura e simplesmente estaríamos a falar de um País onde essas lateralidades não teriam cabimento. Não nesta forma nem nesta forma. Estaríamos a falar de um País com uma indústria automóvel pujante (ou mínimamente em condições) que produziria marcas nacionais, de um País com uma décima parte das auto-estradas das que temos e zero quilómetros de SCUTS, mas com uma rede rodoviária eficiente e correctamente dimensionada à nossa realidade actual; estaríamos a falar de um País efectivamente virado para o Atlântico, com uma frota pesqueira operacional a servir toda uma série de indústrias a jusante; um País que efectivamente soubesse gerir e proteger a sua zona económica exclusiva. Provávelmente estaríamos a discutir a abertura de novos pólos de atracção populacional ao interior (nomeadamente escolas e serviços Públicos) e não a discutir a mais do que duvidosa eficácia da distribuição de Magalhães. Teríamos seguramente uma indústria pesada ao nível do que uma Mague, uma Lisnave e uma Setnave já foram num passado não muito distante, em cooperação com os palops ou com outros parceiros económicos (não me lixem com mudanças de paradigmas nem merdas afins: aquilo que nós deixámos de fazer porque somos finos, modernos e europeus estão os Coreanos a fazer agora. E não creio que sejam o arquétipo do País subdesenvolvido, ignorante ou atrasado, pelo contrário). Teríamos sabido aproveitar a nossa posição geográfica privilegiada nas rotas do comércio marítimo internacional em vez de andarmos a discutir aeroportos faraónicos na OTA ou em Alcochete. Estaríamos a exportar madeira (e derivados de madeira) de qualidade em vez de deixarmos arder a nossa floresta. poderíamos ter seguramente um Ikea "nosso", ou algo similar. Mas para isso necessitaríamos de uma elite que soubesse olhar para o País e conhecer o País, ao invés de acreditar que o mundo acaba no palmo quadrado em redor do próprio umbigo. Uma elite que não insistisse em viver às custas do País. Não temos nem tivemos ou não lhes soubemos dar o devido valor em tempo. 
Reconheço (consigo reconhecer) a todos os actuais intervenientes (partidos, sindicatos e demais associações de todos os tipos) culpas e responsabilidades na actual situação que vivemos. Não me lembro de ouvir um "NÃO" determinado, daqueles que se dão com o murro  na mesa por razões estruturais - os que ouvi foram por pura chicana política ou - no melhor - por razões meramente conjunturais e de conveniência. Torna-se-me difícil dar qualquer credibilidade a um conjunto de entidades que têm sistematicamente sobrevivido às custas das culpas próprias e da competência alheia. E sempre a insistir no mesmo ponto. Errado. Sistemáticamente e comprovadamente errado. E insistem. E agora vêm-me dizer que iremos necessitar de um novo aumento de impostos, porque só as regras de contenção não chegam. Eu sinto que chega a hora de mo comprovarem por A+B, porque dei o benefício da dúvida quando me garantiram que o esforço adicional que fiz há uns meses seria suficiente. Quase que o juraram sobre o cadáver da avózinha. Eu dei o benefício da dúvida. Acabou. Finito. Quero tudo explicadinho, preto no branco antes de se porem no olho da rua - sim, porque numa empresa privada com uma gestão à séria já teriam sido todos despedidos. Ah pois é, é o reverso da medalha das maravilhas da gestão privada. Nós conhecêmo-lo, mas o ministro não. É pena, dava-nos jeito agora. Adiante: Não estou a pedir; estou a exigir JUSTIFICAÇÕES. Justificações claras, justificações detalhadas, justificações em linguagem simpes e acessível, que não venham embrulhadas em palavreado barroco de pseudo-intelectual da corda. Além de ter o direito de saber porque vou pagar mais, quero saber para que vou pagar mais, já que toda a gente diz que tenho que pagar mais. Só para confrmar mesmo que tenho que pagar mais, para me certificar de que o meu dinheiro (e aqui está mais um problema do Estado, é não acreditar que aquele dinheiro é MEU, pensam que é DELES) está efectivamente a ser bem gerido.
Já o disse uma vez e tenho que o dizer: tal como muitas outras pessoas, aprendi com quem nunca pediu nada a ninguém. Aprendi com o exemplo de quem soube refazer a vida a contar com nada mais do que o esforço e mérito próprios. E ainda assim sempre a tentar ter algo mais para ajudar quem tinha ainda menos. E tenho tentado dar continuidade a isso. Por isso... desculpem-me lá qualquer coisinha mas... estou um bocado farto de gentinha que se entretém a brincar aos políticos e aos gestores com o esforço, o capital e o risco alheios. O nosso esforço, o nosso capital (dinheiro dos nossos impostos) e o risco (de as políticas correrem mal) equitativamente distribuídos apenas pelos contribuintes que têm mesmo que pagar e que já pagaram antes e que antes disso já pagavam. 
A minha conclusão: devia ter morrido gente no 25 de Abril. 

Monday, September 27, 2010

Wall Street...?

É só impressão minha ou o filme é mesmo muito mauzinho? 

Friday, September 24, 2010

E para acabar bem a semana...

Segredo de polichinelo: uma destas coisas vai acontecer: a) o governo cai e vamos para eleições (o que é uma seca e não resolve nada); b) o FMI vem cá ensinar-nos a resolver os nossos problemas (o que é uma seca); c) o orçamento é aprovado e seguimos para eleições presdenciais (o que é uma seca) e a coisa vai arrastar mais um bocadinho e finalmente d) estamos todos (quase todos) fornicadinhos porque os impostos vão aumentar ainda este ano.


Eu aposto na d).

Em relação ao resto, há que aproveitar o fim-de-semana. E se tudo correr bem algures na próxima semana hei-de conseguir deixar aqui fotos de uma coisa que se chama "baidarka". Estão a ver o sushi? Não tem nada a ver, é uma espécie de kayak. Sim, já que o país afunda, faço-me à água!

Pensamento da tarde:

Há uma maneira simples de aumentar a receita sem que ninguém se sinta defraudado: aumentar os salários de todos os Portugueses em - digamos - mil euros cada.


Pode ser, pá????

Agora no Circo Chen

O Palhaço Rico,

Pedrooooooo
Silvaaaaaa
Pereiraaaaaaaaa!!!

Wednesday, September 22, 2010

Monday, September 20, 2010

10 milhões de gajos errados.

Parece que agora se chama "xenofobia", mas vá. A questão que vejo levantada por sérias e insuspeitas pessoas (e também por pesssoas menos sérias e bastante menos insuspeitas) é se os Portugueses são ou não racistas. Claro que a celeuma veio como azeite à tona de água no arrasto da expulsão dos ciganos de França, mas diria que pelo menos deveríamos pensar um pouco no assunto. A dúvida merece algum crédito.
O Português é óbviamente racista. O Português branco é racista, o Português preto é racista, o Português amarelo é racista, o Português assim-assim é racista. Todos os Portugueses são racistas, e não vale dizer que não, porque é verdade. Mas são-no a um grau perfeitamente aceitável em 99% dos casos. Contamos anedotas de pretos como as contamos de alentejanos, tal como a malta do norte as conta dos alfacinhas e vice-versa. O Português típico é mais ferrenho do clube do que da nacionalidade, e muito mais disso do que de qualquer conceito de "raça". E acabamos todos por ser muito dos "nossos". Do género: "o Carlos é o lagarto mais benfiquista que conheço" ou "para mim o Alberto não é preto". Claro que estas frases simples encerram em si todo um enredado de princípios de exclusão, na mesma exacta medida em que encerram o mesmo princípio de inclusão. Somos sempre "nós" e são sempre os "outros". Mas o que isto revela é simples: para o Português (médio) a teoria dos grupóides é definida com base em critérios elásticos. Baseados no porreirismo. E quanto a isso do Português típico ser pançudo, benfiquista e bom chefe de família (adepto da violência doméstica em domingo de derrota encarnada) é chão que já deu uvas. Há uma geração. Continua a ser um gajo brutalmente imperfeito, mas esse autocolante brutalmente redutor já não pega. E continua a ser um gajo racista sim, apenas na mesma medida (ou menos) em que qualquer outro "tipo" de qualquer outro País o é. Mas com os ciganos é diferente. Porque os ciganos não são "nossos" - temos os "nossos" pretos, os "nossos" chineses, os "nossos" ucranianos, os "nossos" sejam o que forem, mas são "nossos". Não me levem a mal por colocar as coisas assim, mas é assim que as coisas funcionam. São "nossos", estão cá, gostam do "nosso" sol, da "nossa" comida, do "nosso" País, são lixados pelos mesmos filhos da puta que nos lixam a nós, por isso são "nossos". Mas os ciganos não. Vivem num mundo àparte, não querem saber nem do "nosso" sol, nem da "nossa" comida nem do "nosso" futebol, vivem do tráfico, andam armados e, pior do que tudo, os filhos da puta que nos lixam a nós, ajudam essa corja com habitações sociais (que eles não pagam) e com rendimentos mínimos (que nós pagamos). E vivem melhor do que nós.

O problema dos ciganos é tão-só que não se dignam a estar do "nosso" lado. Não o querem de todo, a não ser que lhes convenha. Não pagam impostos, têm fama de ladrões e de intrujões, mas passam à frente de toda a gente nas urgências hospitalares - se for necessário de arma na mão. O tuga não papa isto com bons olhos. Por isso é que quando um qualquer gajo é reles (seja qual for a "raça", a cor da pele ou o país de origem) passa a ser um "cigano do pior". Ou simplesmente um "cigano". E apesar da simplificação de um tema obtuso e complicado, eu pergunto-me sinceramente se isto é racismo. Porque raio, andámos (e andamos) pelo mundo sem grandes complicações e continuamos a ser um País aberto a gentes de todos os cantos do mundo. Só com os ciganos é que a coisa não funciona. Porque será?

(Eu começaria pela discriminação positiva aliada a uma política de laxismo - mas isso sou só eu).

Saturday, September 18, 2010

Alcains:

Morreram dois homens, o que é sempre de lamentar. Três outras pessoas ficaram feridas. Danos em viaturas e habitações. 
Os indivíduos eram vendedores. Ou seja, dois vendedores morreram num tiroteio em Alcains. 
Os indivíduos eram feirantes. Dois feirantes baleados mortalmente em Alcains.
Por acaso também eram ciganos. Por alguma razão, não é referido em local algum. Ou se calhar porque a morte de um cigano às mãos de outro cigano nem sequer é notícia. Ou será mais uma neo-paneleiragem na senda do políticamente correcto?

De memória:

"Eu não quero que a estação do TGV de Portugal seja em Badajoz.
Quero - isso sim - que seja no Poceirão."




Ass: um gajo qualquer.

Friday, September 17, 2010

Ainda bem que leio jornais.

Ia fazer amanhã a escritura de um duplex no Poceirão... safa. Já cancelei.




Ass: Mais um pato-bravo.

Thursday, September 16, 2010

As passagens do norte estão abertas.


Entrevista a um Cidadão anónimo:


E qual a sua opinião em relação a Almada Negreiros?
Hum... Almada Negreiros... Almada Negreiros... é um.
Um?
Sim, um, o Almada joga em casa.




Thursday, September 9, 2010

A Bomba Antónia:


Ass: Fidel Castro
(Pelo menos não estragou a festa do Avante. Mas será interessante ouvir o que o Camarada Bernardino dirá de tamanha barbaridade)

Tuesday, September 7, 2010

O fungágá da bicharada

Digamos que lhes acho uma certa piada... e ajudam a acabar com as melgas (diz-se). Ok, são osgas, e depois? Alguém há-de ter vizinhos bem piores...






Outside.



Monday, September 6, 2010

Há merdas que se pagam a vida toda.

Uma delas é ser-se feio; a outra é andarmos metidos em movimentos contra as propinas em vez de estar a-p-l-i-c-a-d-a-m-e-n-t-e a ajudar à reeleição do nosso Primeiro.
Bem, ò jovem cidadão, em vez de dares o dito pelo não dito vê mas é se matas os coelhos todos de uma cajadada só. Vota contra a merda do orçamento e deixa-te de conversa da treta. Assim como assim, o PR não te quer como PM, vai-te fazer a vida negra seja como for - e nada melhor do que ficares a marinar durante uns anos no cesto de ouriços que é o teu partido longe do poder. Começas por lhe estragar a festa a ele, que apenas quer uma reeleição folgada e sem cabelinhos. E sempre mostras que tens tomates. Depois vem o actual PM. Nada melhor do que ficar de molho em duodécimos durante uns meses. Nada de preocupante, o FMI deve estar a bater-nos à porta no máximo no 2º semestre de 2011, quando muito apressas as coisas e o Engenheiro passa de lume brando para ponto rebuçado mais depressa. E ainda sai escorraçado. Calas o pateta poeta que deixa de te poder colar ao governo do Engenheiro mai-ló outro candidato que se andou a passear pela Atalaia. E mostras que tens uma só cara e uma só palavra, que é o melhor que podes levar para as próximas legislativas. Ou seja, de uma penada arrasas com esta tralha toda, e ainda acabas por animar as presidenciais e deixar mais uns cabelos brancos ao inquilino de Belém. É que em democracia, as favas nunca são contadas.

Saturday, September 4, 2010

Ando a ficar deprimido com este gajo.

O Stephen Hawking, recém-convertido a José Saramago da astrofísica, veio dizer mais uma barbaridade com a profundidade de um dedal. E toda a gente fala nisso. 
O problema é que, quando o debate admite um grau de abstracção deste nível, todas as hipóteses têm que estar em aberto. Até o facto de Deus existir - e a ser o caso, muito provavelmente não como nós o concebemos.
Eu sinceramente prefiro a teoria de Gaia.

Friday, September 3, 2010

Ementa de sexta-feira

Bife à James Bond: frio, duro e com nervos de aço.


Wednesday, September 1, 2010

Tom Zé

F-A-B-U-L-O-S-O.