Tuesday, April 5, 2011

E porque não o teria dito melhor, transcrevo:


"Estou até convencido, após reflexão de alguns (breves) minutos sobre o assunto, que alguns cadáveres seriam mais úteis em funções desempenhadas por altos cargos de empresas do sector público do que alguns por ali andam a sacudir o pó da incompetência. Por variadíssimas razões sendo a mais óbvia a de que ambos, morto e boy, possuírem intrinsecamente a mesma capacidade de produção. O morto porque não pode, o boy porque não sabe. O boy é um inútil. Um parasita. O morto é um morto. Só e apenas.


A segunda passa pelo facto de um morto não delapidar estupidamente os cofres do Estado. O morto não necessita de um carro de alta cilindrada com chauffeur, não tem a necessidade de ter um telemóvel com plafond ilimitado, não viaja com um cartão de crédito dourado no bolso. A única viagem do morto num Mercedes será numa carrinha funerária, envolto em ramos e coroas de flores direto para o outro mundo. Ao contrário do boy, o morto não causa qualquer tipo de danos ao erário publico. O morto pode ser pesado mas não é um peso morto para a Economia. Enquanto o morto é enterrado o boy enterra o país.


Conclusão (com um ligeira adenda da minha parte) e pegando na mítica frase do Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, após o terramoto de 1755: enterrem-se os mortos, despeçam-se os boys e cuidem-se dos vivos. "




Daqui.

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