Tuesday, June 7, 2011

Se calhar não nos calávamos.

Porque das duas três: a Ana Gomes bateu com a cabeça com muita força, a Ana Gomes sabe alguma coisa que nós não sabemos ou a Ana Gomes ficou transtornada no pretérito Domingo com alguma coisa de que não gostou. É que para dizer uma barbaridade destas, tem que se ter uma razão muito forte, nem que seja a insanidade; comparar um negócio - por desastroso que seja - com uma tentativa de violação é assim algo que me parece um tudo-nada descabido. E para além disso, e porque nestas coisas temos que ter o mesmo peso e a mesma medida, o agora futuro ex-primeiro ministro também andou a braços com a Justiça em processos muito mal explicados, e não ouvi ninguém no PS a questionar o comportamento pessoal ou político dele. O que me remete para a conclusão de que a ética e a moral têm padrões de avaliação diferentes conforme os visados.


Só para deixar as coisas claras: não estou a defender o Paulo Portas. Estou a criticar a Ana Gomes, o que são duas coisas completamente diferentes.

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