Wednesday, November 30, 2011

Américo Amorim, o pobre (2ª via)

O jovem Cidadão referenciado em epígrafe é (?)... uma triste amostra da nossa realidade. Eu tolero-lhe que não saiba distinguir a diferença entre riqueza e pobreza, e não nego que seja um trabalhador empenhado, esforçado e dedicado. Se é bem pago (ou não) em função do que faz e da mais-valia que considera ser naquilo que faz, é um problema dele e de negociar um melhor ordenado com a entidade patronal. Já me custam a engolir os "despedimentos preventivos" que fez há uns meses, em nome da crise - um gajo que precisa de uma desculpa do tamanho da crise para fazer aquilo que quer (e que não pôde antes, ou não o deixaram ou teve receio de fazer) deixa-me profundamente desconfiado em relação a uma série de coisas. O que não aceito e não tolero (e não aceito que o Estado aceite, tolere ou deixe passar) é a tentativa disparatada de fuga ao fisco. Despesas de massagens? Pensos higiénicos? Viagens "de negócios"? Mas isto é o quê? O Cabaré da Coxa?
Aparentemente sim. 


No seguimento do post anterior, deixo aqui outra sugestão: o encerramento das prisões. É fundamentado: Todos os que lá estão dentro dizem-se inocentes, e aparentemente não se conseguem encontrar culpados entre os que andam cá fora.

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