Friday, March 25, 2011

Newsflash: Finanças Públicas

Relativamente ao défice e à dívida soberana, tenho a informar que 

a culpa é do Salazar.



Ass: José Sousa.

...




A força das idéias


"Num jantar, Thomas Carlyle, eminente filósofo escocês, foi censurado por um dos convivas por falar repetidamente nos livros que lia.
- O que há nos livros são ideias, nada mais - referiu ele num tom displicente.
Carlyle fitou-o com desprezo e retorquiu:
- Havia um homem chamado Rosseau que escreveu um livro no qual só havia ideias. A capa da segunda edição do livro (que inspirou a revolução francesa) foi encadernada com a pele daqueles que tinham rido da primeira."

Retrato de uma crise anunciada:



Thursday, March 24, 2011

The thing that should not be


Messenger of fear in sight
Dark deception kills the light
Hybrid children watch the sea
Pray for Father, roaming free
Fearless wretch insanity
He watches lurking beneath the sea
Great old one forbidden site
He searches, hunter of the shadows is rising
Immortal in madness you dwell
Crawling chaos, underground
Cult has summoned, twisted sound
Out from ruins once possessed
Fallen city, living death
Fearless wretch, insanity
He watches lurking beneath the sea
Timeless sleep has been upset
He awakens, hunter of the shadows is rising
Immortal in madness you dwell
In madness you dwell
Not dead, which eternal lie
Stranger eons death may die
Drain you off your sanity
Face the thing that should not be
Fearless wretch, insanity
He watches lurking beneath the sea
Great old one forbidden site
He searches, hunter of the shadows is rising
Immortal in madness you dwell

E a realidade é?

Simples.
A carne que comemos? Importamos.
O peixe que comemos? Importamos.
A fruta que comemos? Importamos.
O pão que comemos? Fazêmo-lo com cereais importados.
Os pópós com que andamos nas auto-estradas? Importámo-los.
A matéria-prima e material circulante para o TGV? Vai ser importada.
Os corta-unhas que utilizamos? Importamos.
A roupa que vestimos? Importamos.
O petróleo que queimamos nos motores dos nossos pópós? Importamos.
A electricidade que consumimos? Importamos.




Ok, não tudo nem a 100%. Mas temos que importar porque não somos auto-suficientes. Não temos auto-suficiencia em nenhum item básico de sobrevivencia. Agricultura, pecuária, pescas, seja o que for, não há um único ramo de actividade em que não necessitemos de intervenção externa algures no processo - e isso não é ser auto-suficiente. Temos que importar energia porque gastamos mais do que produzimos. Temos que importar cereais porque consumimos mais do que produzimos. Vivemos numa bolha de serviços - e mesmo esses funcionam abaixo de mal. 
Vamos ter que deixar de andar de fato e gravata. Seguramente.

Game Over, Mr. PEC Man...



...Ou nem por isso.


Untitled.




Wednesday, March 23, 2011

Todos ao pote

Vão começar as nomeações em barda. José Sócrates vai terminar o mandato cumprindo a promessa de criar 150 mil novos empregos - todos às custas do erário público.
P.S: José Sócrates acaba de dizer que acredita em Portugal. Os Portugueses - através dos seus representantes na AR - também lhe quiseram dizer qualquer coisa. Não estou certo de que os (nos) tenha entendido...



Devemos festejar?

Era uma pergunta?
Eu respondo: Há muita gente que sente uma grande perda neste momento. E há muitos mais que, continuando a sentir uma grande perda, sentem que a partir de agora é capaz de valer a pena enfrentar as dificuldades de frente, pelo menos com alguma esperança.


É de valor conseguir ter em simultâneo o CDS e o BE, para além do PSD e do PCP contra. É muito difícil, mas o nosso agora ex-primeiro ministro conseguiu.


E pelo menos numa coisa há que dar a mão à palmatória: foi consequente até ao fim. Mentiu sempre.
Deus o guarde bem longe.

Não se esqueçam destas três carinhas larocas:







Sinais dos tempos?

Uma das histórias mais interessantes acerca do comportamento humano li-a há uns anos não me recordo onde, acerca de um brilhante constitucionalista Português, de cujo nome não me recordo, e rezava o seguinte: a dita personagem tinha por hábito escrever anotações a lápis à margem dos discursos que escrevia. Numa delas podia ler-se o seguinte (relativamente a uma frase de um discurso): "Argumento fraco. Elevar o tom de voz".
Nos últimos dias muita gente deve estar a socorrer-se de anotações mentais idênticas... 
E um pouco de silêncio, para variar?

Tuesday, March 22, 2011

Futurologia e tal...

Estou farto de ouvir malta a falar do Engº como se acabassem de vir do funeral do homem, tal não é a certeza que têm que vai cair amanhã. Eu cá tenho sérias dúvidas: a peça é má rês, e vai custar a tirar dali. E vai ter que ser à força e numa cadeira de rodas, que ele pelo próprio pé não há-de querer sair. É mula velha, não o subestimem... E não lhe chamem inútil que o homem tem uma mais valia: serve como mau exemplo.

Honestidade.

Este homem é honesto. Qualidade rara... mas é garantidamente honesto. O único negócio que conhece e que garante rentabilidades de 66% a dois anos é a transacção de jogadores. Nada de BPNs nem BPPs, nada de drogas nem de putas. 
Este homem é honesto!!!!!
(e não tem lido jornais ultimamente)...


Pensamento da tarde:


Monday, March 21, 2011

Novas oportunidades:


Falta de fósforo

O Primeiro-Ministro chega tarde à tomada de posse do Presidente da República;
Nos entretantos, dá umas entrevistas durante a sessão de cumprimentos;
Apresenta um PEC IV sem ligar pevide ao Presidente da República;
O Santana Lopes foi corrido porque? Esqueci-me.

Antes que se faça tarde (demais):

Temos que obrigar quem de direito a tomar decisões. A meter o pescoço no cepo, que é como quem diz, a dar o peito às balas. A decidir se quer ou não continuar a ser governo. A decidir se quer ou não fazer cair o governo. A decidir se quer ou não formar governo. A palavra chave é "decidir". Uma das razões para estarmos na lama é a indecisão continuada, é a política-xf, do empata que não fode nem sai de cima. Chegámos ao ponto em que infalívelmente teríamos que ser fodidos, mas as razões para nos virem ao rabinho continuam por decidir. Ou seja, pagamos, mas não se vê a luz ao fundo do túnel. 
Estas historinhas da gestão política são uma cagada. São coisas de gajos que não são homens que chegue para serem engenheiros civis, nem são paneleiros que chegue para serem decoradores de interiores. Alforrecas. Não passam de alforrecas. 
Se calhar temos mesmo que tomar conta disto. E se for o caso, antes ontem do que amanhã.

Tuesday, March 15, 2011

Adenda:

O José anda há seis meses a lutar pela credibilidade - em directo na SIC.
Estás lixado com um F grande - se em seis meses chegaste a este nível de credibilidade, nem em três gerações reduzes o défice.

Estou a ouvir o homem a falar

E percebo perfeitamente a razão que o leva a insistir no tema da confiança, a sua batalha eterna pela confiança, o seu cavalo-de-batalha da confiança, em Lisboa, com a oposição, em Portugal, perante todos os Portugueses, e agora no mundo, perante os mercados.
É duro, José, é duríssimo. E não se consegue de um dia para o outro - principalmente se não nos estiver no sangue.

Sempre a fazer as coisas pela metade.

E depois queixam-se das manifestações na rua... Quero dizer, baixar o IVA dos 23% para os 6% para uma actividade de reconhecida utilidade social como o golfe é manifestamente insuficiente. O governo deveria sim subsidiar a prática do golfe!

Emigrar

Palavra que não me sai da cabeça desde que ontém ouvi o nosso primeiro a arengar na televisão. 
(O falatório do Miguel Relvas não foi nada melhor. Desta estamos mesmo FODIDOS).

O verdadeiro...

Original
Inimitável
e Incontornável
Carro Eléctrico



(Inventado em 1914 pelo Engº Pinto de Sousa, utilizado em 2011 pelo Engº Pinto de Sousa como panaceia para os problemas de Portugal, utilizado pelo Engº Pinto de Sousa sempre que pretende dar um ar sério às suas deslocações oficiais).

Monday, March 14, 2011

À rasca:

Tive um fim-de-semana que não me deixou vir aqui. O mundo continua imparável. O Japão tremeu e voltou a sofrer. É lá muito longe, num "outro" mundo. Por cá, milhares sairam às ruas. Mas para quem comenta, continua a ser lá longe, num "outro" mundo - que não é o mundo deles.
Tive algum receio que a manifestação de sábado acabasse manietada por grupóides politizados. Felizmente não aconteceu. E curiosamente, vi representadas muitas gerações à rasca - a começar nos ex-combatentes e a acabar em... a não acabar de todo. E fiquei com uma idéia muito minha: a manifestação não era contra a precaridade, não era contra a falta de saídas profissionais, não era contra coisa nenhuma em geral: era contra a falta real de alternativas. Era contra o sistema instituído. Era contra o modelo que nos conduz invariavel e repetidamente à "tanga". Mas parece que as "altas esferas" insistem em tapar o sol com a peneira...

Friday, March 11, 2011

Dimmu Borgir


Tuesday, March 8, 2011

Proas...





Friday, March 4, 2011

Porque é que tanta gente está interessada no Sporting?


Na 5 de Outubro ainda estão no Séc. XIX.

Eu explico: para dar aulas são necessários professores. Há um imperativo presencial por razões de ordem hierárquica (chamemem-me antiquado, mas um professor não é um amigo mais velho dos alunos) e pedagógica (exemplo). Não se pode substituir um professor por um computador, ponto final parágrafo. Mas pode-se substituir muita gente que faz ponta del corno no Ministério da Educação por computadores. Aliás, já se substituiu - e com sucesso. Lamentavelmente não houve a coragem de colocar essas pessoas a fazer trabalho útil, e criaram-se as comissões e as reformas educativas sucessivas - só para lhes dar o que fazer. Mas como o trabalho em si é inútil, atrapalha o trabalho de quem o pode fazer - e na maioria dos casos o faz -bem. 
Sugestão de cidadão contribuinte: para poupar os tais 120 milhões de euros por ano, mantenham-se as escolas lá das "berças" com menos de 20 alunos e desloquem-se os inúteis do Min. da Educação para a "província". Mas deixem os professores em paz. Sério.

Tratado:

Esta notícia é um verdadeiro tratado acerca do estado do País.
É legal?
É.
É moral?
Não.
Significa que a lei está errada. 
(Lembram-se onde as esconderam?)

Khadaffi fala aos Portugueses:

Thursday, March 3, 2011

Roubada à concorrência:




“Um jovem diplomata, em diálogo com um colega mais velho, revelava o seu inconformismo. A situação económica do país era complexa, os índices nacionais de crescimento e bem-estar, se bem que em progressão, revelavam uma distância, ainda significativa, face aos dos nossos parceiros. Olhando retrospetivamente, tudo parecia indicar que uma qualquer “sina” nos condenava a esta permanente “décalage”. E, contudo, olhando para o nosso passado, Portugal “partira” bem:
- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que “deram novos mundos ao mundo”, que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental.
O embaixador sorriu, benévolo e sábio, ao responder ao seu jovem colaborador:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.
- Não descendemos? – reagiu, perplexo, o jovem diplomata – Então de quem descendemos nós?
- Nós descendemos dos que ficaram por aqui…




(retirada daqui).

Ainda a propósito da "geração à rasca":

Constatei com desprazer que o mon ami  escreveu de cátedra e pedestal sobre o assunto - que para bem dele conhece tão bem como conhecia os dossiers quando era chefe de governo. E como eu gosto pouco de quem se arvora a dono da realidade... Se por um lado tenho a firme convicção de que muitos (não todos) dos que se incluem na "geração à rasca" não passam de oportunistas, jovens pós-cartão jovem que decidiram que era mais fácil ficar em casa dos pais com as contas pagas à espera que lhes caísse o emprego da vida vindo do céu do que ir à luta e fazer pelo Curriculum, por outro tenho a forte certeza (que é mais do que uma simples convicção) de que o mon ami é parte (e emblemática) do problema. E como parte interessada que é, deveria ficar caladinho. Se calhar nem precisaríamos de levantar lebres velhas que tresandam a Macau por todo o lado (e a negócios demasiado mal explicados), bastar-nos-ia ficar pela sede da sua Fundação homónima que lhe foi graciosamente cedida A CUSTO ZERO pelo edil alfacinha, à data presidido pelo seu filhote. Custo zero para a fundação, perda para os cofres do Estado.
Mon ami, também gostava de ter um filho assim, generoso às custas do erário público. Mon ami, também eu gostava de viver bem sem fazer grande coisa. Mas, mon ami, nós comuns mortais temos que trabalhar para viver - e para garantir que o tal erário público continue a sustentar pessoas que enfim portanto e adiante. E é porque há demasiada gente como o mon ami a viver (demasiado) bem às contas do Estado que temos demasiada gente à rasca, que mesmo tendo feito pela vida, o que têm pela frente é uma herança vergonhosa e desastrada.
Mon ami, fica-lhe mal comparar a pseudo-democracia da qual o mon ami gosta de assumir a paternidade com o regime da "antiga senhora". Porque a antiga senhora é um tempo que já passou, este regime é o que o mon ami deixou. O mon ami e uns quantos mes amis como o mon ami, mais ou menos do mesmo quilate e com a mesma fibra.
 E garantidamente, mon ami, que se eu for à tal manifestação, vou à frente com um rolo de boa corda de cânhamo para pendurar em bons ramos de árvores e já com o laço feito, para que os que venham atrás apenas tenham o trabalho de levantar e pendurar. A quem?
Apareça por lá, mon ami, apareça por lá...



Wednesday, March 2, 2011

Rolo de papel higiénico do Khadaffi:


Como quem muda de camisa

Passa-se de "Líder carismático" a "Tirano Sanguinário". Desengane-se que tem a ver com bombardeamentos de manifestantes civis; a razão é simplesmente e apenas o controlo do petróleo da Líbia. E o ex-Líder carismático já não o controla. Por isso interessa que seja um terrorista sanguinário.
Mais interessante do que ver a História a ser escrita é perceber porque se escreve deste modo.

Com uns quinze gajos destes em Portugal, isto entrava na ordem num instantinho

Mare Nostrum.

A norte a apatia; a sul a revolução. Sabemos que a Natureza tem horror ao vazio e que tudo tende para o equilíbrio. Daqui a uns dez anos saberemos o resultado.

Isto é mesmo bonito:



Porque isto é a imagem que têm de nós "lá fora" ao mais alto nível do Estado: a Segurança Nacional. E isto, senhores, a ser verdade, dá direito a cortar umas quantas cabeças. Porque é da defesa do País que falamos, e porque é o dinheiro dos contribuintes que está aqui a ser MAL utilizado.


"Portugal has more generals and admirals per soldier than almost any modern military: 1 per 260. The U.S., by comparison, has a ratio of 1 per 871. The image of generals sitting around doing nothing is no mere allegory. Portugal has an additional 170 generals and admirals receiving full pay while in inactive reserve status. "


"Regarding defense procurement, the MOD´s desires and actions seem to be guided by peer pressure and the desire for expensive toys. The MOD purchases weapons platforms as a matter of pride, regardless of their utility. The two most obvious examples are their two submarines (currently delayed) and 39 fighter jets (only twelve of which are airworthy). 


13. (C/NOFORN) With 800 kilometers of coastline and two distant archipelagoes to defend, the two German submarines they purchased in 2005, and which are still under construction, are not the wisest investment. The subs have no formal mission task and lack the resources even to patrol aimlessly. Portugal purchased the submarine hulls but failed to order missile systems, meaning the subs will be without a strike capability even if they did have a mission. The two submarines replace two 50-year old Daphne class submarines that, although officially in service, were described by a U.S. Navy submariner as ”deathtraps” that rarely left the pier. Meanwhile, Portugal has few serviceable coastal patrol craft for littoral defense and to address narcotrafficking, migration, and fisheries. Portugal has a few early-generation F-16s, but only one operational C-130 to get its soldiers and equipment to and from the fight. (Note: this C-130 spent three months in Afghanistan in 2008 and may return for a 2009 deployment. End note.) "


"The EU´s European Defense Agency ostensibly is supposed to harmonize the purchase programs of member states for greater efficiency. The thinly-veiled true objective, readily confessed to by Portuguese military and political officials, is to ensure member states ”buy European” regardless of whether the items fit Portugal´s defense strategy. Thus, Portugal used a U.S. excess defense article (EDA) budget to order two used frigates. Under pressure from European states, however, the MOD chose to spend over 300 million euros on used frigates from the Netherlands. The U.S. EDA frigates would have required only approximately 100 million euros in refit and logistics support. The ”study” that led the MOD to choose the Dutch frigates compared used U.S. frigates to new Dutch frigates, even though the Dutch ships were more than 15 years old. They also counted the 100 million euro refit and logistics expense as a ”cost” while only counting the hull cost of the Dutch frigates in the price comparison. "


"15. (C/NOFORN) Similar funny accounting occurred with patrol helicopters, a critical necessity for Portugal´s two Atlantic archipelagoes. The European-made H-101 was ruled cheaper than U.S. competition, but only because spare parts and ervice were not included in the European proposal. Weeks after entering service, the EH-101s were grounded for lack of spare parts. The 20-year old Pumas the EH-101s were supposed to replace were forced back into service. Separately, Portugal procured 36 used Leopard A6 tanks from the Netherlands. The tanks are fine, but Portugal has no operational doctrine, no maintenance operation, and no spare parts for them. Additionally, the tank purchase represented a departure from the Army´s stated objective of becoming more expeditionary, deployable, and lightweight. "


"18. (C/NOFORN) At the tactical level, we must recognize the obstacles to ecision-making in the MOD. This means we should engage early and at all levels and assist in the MOD´s internal coordination. Recently the Portuguese Navy approached us to ask that we ask their MOD to allow the navy to purchase the Harpoon missile; by no means the first time one GOP institution asked us to weigh n with another. We must also be mindful of Portugal´s calendar year budgetary ycle. Important decisions are made in the early autumn, which this year happens to coincide with national elections. "


Vale a pena ler na íntegra aqui.

Tuesday, March 1, 2011

Impressionante.

A quantidade de gente neste mundo que viu a Bíblia uma vez assim de raspão e jura a pés juntos que fala com Deus.
Ide pregar para o raio que vos parta, sim?