Quando eu morrer, a terra não me há-de cobrir. Sou Arauto da Verdade e Vento de Liberdade.
Tuesday, October 12, 2010
Saturday, October 9, 2010
Heroísmo:
A Fernanda foi entrevistada (mailos seus ferrinhos) por uma repórter da TVI. Parece que salvou uma esplanada, em Carcavelos. Mesas e cadeiras de plástico.
Uau.
Parabéns, Fernanda. E parabéns à TVI.
Uau.
Parabéns, Fernanda. E parabéns à TVI.
Friday, October 8, 2010
Friday, October 1, 2010
Impermeável, intocável, inafundável
Ei-lo.
Apenas porque a água muda de estado. As coisas mudam. Todas as coisas, todos os dias. Não é num ano nem num mês nem numa quinzena - todos os dias.
Apenas porque a água muda de estado. As coisas mudam. Todas as coisas, todos os dias. Não é num ano nem num mês nem numa quinzena - todos os dias.
Se calhar é um bocadinho avançado para a época:
Mas eu acredito no conceito do livre-arbítrio, da decisão consciente e independente, acredito que somos capazes de ser donos do nosso destino. Sou contra as técnicas de bovinização e não concebo como boa prática o fazer seja o que for porque somos obrigados a isso. Por isso mesmo não o aceito nem como desculpa nem como justificação. Muito menos quando vem embrulhado numa dose enorme de arrogância. E por isso mesmo acredito que, independentemente das consequências, o próximo orçamento, a ser fundamentado nos princípios apresentados pelos dois maiores responsáveis pela actual crise, NÃO deveria ser aprovado.
O princípio é simples: ISTO é o necessário para "salvar a face" AGORA. Para garantir 7,picos por cento de déficit. Temos que chegar aos 3% - é O objectivo e O compromisso. O governo está-se a marimbar para mexer efectivamente no que tem que mexer, o que implica que iremos continuar a alimentar o monstro. Daqui a um ano nada disto será suficiente, porque com a economia a retrair, os valores absolutos da dívida e do déficit terão um valor percentual muito superior no total do PIB. Iremos fazer o quê? Aumentar os impostos de novo? Durante quanto tempo e até quando?
Vamos lá com muita calminha. O Estado somos TODOS NÓS, não é um partido nem uma classe política. Somos dez milhões. Se tenho uma factura com o meu nome para pagar, quero saber qual o bem tangível pelo qual estou a pagar. Só isso. E somos dez milhões a querer saber isso.
O princípio é simples: ISTO é o necessário para "salvar a face" AGORA. Para garantir 7,picos por cento de déficit. Temos que chegar aos 3% - é O objectivo e O compromisso. O governo está-se a marimbar para mexer efectivamente no que tem que mexer, o que implica que iremos continuar a alimentar o monstro. Daqui a um ano nada disto será suficiente, porque com a economia a retrair, os valores absolutos da dívida e do déficit terão um valor percentual muito superior no total do PIB. Iremos fazer o quê? Aumentar os impostos de novo? Durante quanto tempo e até quando?
Vamos lá com muita calminha. O Estado somos TODOS NÓS, não é um partido nem uma classe política. Somos dez milhões. Se tenho uma factura com o meu nome para pagar, quero saber qual o bem tangível pelo qual estou a pagar. Só isso. E somos dez milhões a querer saber isso.
Primeiro ministro disse que as medidas de austeridade foram decididas com "um aperto no coração"
Ó meu amigo!
Se isso for mesmo verdade, aumenta mas é a merda do IVA para os 50% e tem já um AVC fulminante!!!
Há coisas que temos que saber fazer. Uma delas é reconhecer a genialidade quando esta se nos apresenta. Encontrei-a aqui, na 4ª República. Subscrevo na íntegra e passo a transcrever:
- Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
- Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e áquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
- Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
- Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;
- Renuncio à defesa dos direitos adquiridos e à satisfação que me dá constatar a felicidade daqueles que, trabalhando metade do tempo que eu trabalhei, garantiram há anos uma pensão correspondente a 5 vezes mais do que aquela que eu auferirei quando estiver a cair da tripeça;
- Renuncio ao PRACE e contento-me com uma Administração mais singela, compacta e por isso mais económica, começando por me resignar a que o governo seja composto por metade dos ministros e secretários de estado;
- Renuncio ao direito de saber o que propõem os partidos políticos nas campanhas pagas com milhões e milhões de euros que o Estado transfere para os partidos políticos, conformando-me com a falta de propaganda e satisfazendo-me com a frugalidade da mensagem política honesta, clara e simples;
- Renuncio ao financiamento público dos partidos políticos nos actuais níveis, ainda que isso tenha o custo do empobrecimento desta democracia, na mesma mesmísisma medida do corte nas transferências;
- Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;
- Renuncio a mais submarinos, a mais carros blindados, a mais missões no estrangeiro dos nossos militares, bem sabendo que assim se põe em perigo a solidez granítica da nossa independência nacional e o prestígio de Portugal no mundo;
- Renuncio ao sossego que me inspira a produtividade assegurada por mais de 230 deputados na Assembleia da República, estando disposto a sacrificar-me apoiando - com tristeza - a redução para metade dos nossos representantes.
- Renuncio, com enorme relutância, a fazer o percurso Lisboa-Madrid em 3h e 30m, dispondo-me - mesmo que contrariado mas ciente do que sacrificio que faço pela Pátria - a fazer pelo ar por metade do custo o mesmo percurso em 1 h e picos, ainda que não em Alta Velocidade.
- Renuncio ao conforto de uma deslocação de 50 km desde minha casa até ao futuro aeroporto de Lisboa para apanhar o avião para Madrid em vez do TGV, apesar da contrariedade que significa ter de levantar voo e aterrar pertinho da minha casa.
- Renuncio a mais auto-estradas, conformando-me, com muito pena, com a reabilitação da rede nacional de estradas ao abandono e lastimando perder a hipótese de mudar de paisagem escolhendo ir para o mesmo destino entre três vias rápidas todas pagas com o meu dinheiro, para além de correr o triste risco de assistir à liquidação da empresa Estradas de Portugal.
Thursday, September 30, 2010
Não há quem te enfie um mastro de bandeira pelo cú?
"O presidente do PS considera que o esforço pedido pelo Executivo com novas medidas de austeridade "não são sacrifícios incomportáveis" e que "o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre".
Questionado pelos jornalistas à entrada da sede do PS, onde à noite iriam decorrer reuniões do Secretariado Nacional e da Comissão Política, convocadas por José Sócrates, Almeida Santos lembrou que "esta crise só tem paralelo nos anos 20 do século passado" e reconheceu que "são medidas impopularíssimas", mas que deverão chegar para "afastar o FMI". "Não é qualquer Governo que toma medidas como estas e está disponível para sofrer as consequências", vincou.
Para Almeida Santos "a bola agora está no lado da oposição", e avisou que "não se pede ao PSD que seja co-responsável. Pede-se que por razões patrióticas aprove o orçamento". "
O bold é meu. O "vai para o caralho" também.
Wednesday, September 29, 2010
Irresponsável:
Aquele que tem falta de responsabilidade.
Responsabilidade é a obrigação a responder pelas próprias ações, e pressupõe que as mesmas se apoiam em razões ou motivos.
A propósito de coisa nenhuma importante.
Responsabilidade é a obrigação a responder pelas próprias ações, e pressupõe que as mesmas se apoiam em razões ou motivos.
A propósito de coisa nenhuma importante.
"O jantar caíu-me mal como o caraças" ou "quem se mete com o PS leva"
Já devia ter desconfiado: o horóscopo dizia que o numero do azar era o 23.
Será que quem não votou nestes palhaços pode deduzir a despesa adicional com incompetência no IRS?
Já agora, qual é o prazo de validade desta espécie de PEC III? E vamos entremear orçamentos do Estado com PEC's?
Nota mesmo muito importante: é normal que a PT não esteja interessada no fundo de pensões. aquilo estava investido em quê? Imobiliário? ...??
Fodasse. Estes gajos estão mesmo desesperados. Eu não consigo entender é como é que se gasta à tripa-forra o que não se tem, até chegarmos a este ponto. Tristeza de gente.
Será que quem não votou nestes palhaços pode deduzir a despesa adicional com incompetência no IRS?
Já agora, qual é o prazo de validade desta espécie de PEC III? E vamos entremear orçamentos do Estado com PEC's?
Nota mesmo muito importante: é normal que a PT não esteja interessada no fundo de pensões. aquilo estava investido em quê? Imobiliário? ...??
Fodasse. Estes gajos estão mesmo desesperados. Eu não consigo entender é como é que se gasta à tripa-forra o que não se tem, até chegarmos a este ponto. Tristeza de gente.
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