O tempo esteve um bocado "fechado"... Mais fechado lá mais para norte.
Quando eu morrer, a terra não me há-de cobrir. Sou Arauto da Verdade e Vento de Liberdade.
Thursday, June 9, 2011
Tuesday, June 7, 2011
Se calhar não nos calávamos.
Porque das duas três: a Ana Gomes bateu com a cabeça com muita força, a Ana Gomes sabe alguma coisa que nós não sabemos ou a Ana Gomes ficou transtornada no pretérito Domingo com alguma coisa de que não gostou. É que para dizer uma barbaridade destas, tem que se ter uma razão muito forte, nem que seja a insanidade; comparar um negócio - por desastroso que seja - com uma tentativa de violação é assim algo que me parece um tudo-nada descabido. E para além disso, e porque nestas coisas temos que ter o mesmo peso e a mesma medida, o agora futuro ex-primeiro ministro também andou a braços com a Justiça em processos muito mal explicados, e não ouvi ninguém no PS a questionar o comportamento pessoal ou político dele. O que me remete para a conclusão de que a ética e a moral têm padrões de avaliação diferentes conforme os visados.
Só para deixar as coisas claras: não estou a defender o Paulo Portas. Estou a criticar a Ana Gomes, o que são duas coisas completamente diferentes.
Só para deixar as coisas claras: não estou a defender o Paulo Portas. Estou a criticar a Ana Gomes, o que são duas coisas completamente diferentes.
Legendas SIC, reportagem:
Fulano não sei das quantas
Industrial da Construção Civil.
P.S: o tipo é construtor, vulgo "pato-bravo".
Industrial?????
Industrial da Construção Civil.
P.S: o tipo é construtor, vulgo "pato-bravo".
Industrial?????
Monday, June 6, 2011
Democracia é...
Coisas que já ouvi da boca de paladinos das liberdades, direitos e garantias da "esquerda":
-As pessoas não sabem o que fizeram, mas quando começarem a pagar a política da direita (blábláblá) vão ver;
-Passos Coelho & Portas conseguiram conduzir Sócrates e o PS ao abismo, quando os forçaram a seguir políticas da direita (blábláblá);
-Os partidos da "tróica" vão acabar com o estado social, e nunca mais os Portugueses imaginem que vão ter uma coisa vagamente parecida com um.
Explicações do je:
-É óbvio que o eleitor médio não é por aí além de "esperto". Alguns mudam de voto por causa de um electrodoméstico, mas na realidade não passam a ser menos espertos quando votam à direita. A não ser na cabecinha de uma qualquer luminária do Bloco ou do PS, que ainda há dois anos davam mais valor ao quilo de cérebro de eleitor do que dão agora;
-Até ontem Sócrates era um animal político, afinal hoje uma série de gente descobriu que na realidade não passou de uma marioneta da "direita" e das forças reaccionárias... Que mais o terão obrigado a fazer? Só Deus sabe...
-Os Portugueses nunca mais vão ter um Estado Social porque... já não o têm de todo. E porque nenhum partido à esquerda está verdadeiramente interessado em viabilizar, construir ou reabilitar seja o que for vagamente parecido com um estado social.
-As pessoas não sabem o que fizeram, mas quando começarem a pagar a política da direita (blábláblá) vão ver;
-Passos Coelho & Portas conseguiram conduzir Sócrates e o PS ao abismo, quando os forçaram a seguir políticas da direita (blábláblá);
-Os partidos da "tróica" vão acabar com o estado social, e nunca mais os Portugueses imaginem que vão ter uma coisa vagamente parecida com um.
Explicações do je:
-É óbvio que o eleitor médio não é por aí além de "esperto". Alguns mudam de voto por causa de um electrodoméstico, mas na realidade não passam a ser menos espertos quando votam à direita. A não ser na cabecinha de uma qualquer luminária do Bloco ou do PS, que ainda há dois anos davam mais valor ao quilo de cérebro de eleitor do que dão agora;
-Até ontem Sócrates era um animal político, afinal hoje uma série de gente descobriu que na realidade não passou de uma marioneta da "direita" e das forças reaccionárias... Que mais o terão obrigado a fazer? Só Deus sabe...
-Os Portugueses nunca mais vão ter um Estado Social porque... já não o têm de todo. E porque nenhum partido à esquerda está verdadeiramente interessado em viabilizar, construir ou reabilitar seja o que for vagamente parecido com um estado social.
Sunday, June 5, 2011
Mudanças de Ciclo:
No espaço de 24 horas o numero de militantes do PS que se consideram "reserva moral e eleitoral do partido" - e como tal não disponíveis nem para suceder ao engº nem para serem cozinhados em lume brando pelos diversos "ismos" e "istas" aumentou substancialmente. No Altis respira-se, finalmente. Desanuvia o ambiente.
O PC continua a dizer que a culpa é da direita.
O Bloco ainda mexe.
O PC continua a dizer que a culpa é da direita.
O Bloco ainda mexe.
Live is life
Vieira da Silva ao vivo e a cores, peca por vir com seis anos de atraso dizer que se vão embora. A malta da JS aplaude, sem perceber ainda que a partir de agora vão engrossar as fileiras da "Geração à Rasca". Do outro lado do écran, Miguel Relvas a falar de mais projectos. O Camarada Louçã, resumido finalmente à sua insignificância, nunca mais vai poder chamar "Partido do Táxi" ao CDS-PP, mas ainda assim enviou a Camarada Aiveca destilar o fel da praxe. O Camarada Jerónimo aguenta estóicamente o resultado, fazendo as contas aos óbitos e às lobotomias a ver se as contas batem certo. O Camarada Octávio Teixeira abdica da ajuda encefálica e acusa a Direita de ter levado o PS a optar pelas políticas de Direita para depois o trucidarem (como fizeram).
Miguel Portas - certeiro, avisa que os Portugueses votaram contra Sócrates. É verdade.
O Partido da Abstenção continua à frente dos outros. A Assembleia da República fica mais feia, se a Joana Amaral Dias sair.
Para os comuns mortais e contribuintes, a vida continua na mesma.
No meio disto, uma excelente notícia: Sócrates foi com os porcos.
...
José Sócrates deixa o País muito pior do que o encontrou. E vai deixar o PS também muito pior do que o encontrou.
Miguel Portas - certeiro, avisa que os Portugueses votaram contra Sócrates. É verdade.
O Partido da Abstenção continua à frente dos outros. A Assembleia da República fica mais feia, se a Joana Amaral Dias sair.
Para os comuns mortais e contribuintes, a vida continua na mesma.
No meio disto, uma excelente notícia: Sócrates foi com os porcos.
...
José Sócrates deixa o País muito pior do que o encontrou. E vai deixar o PS também muito pior do que o encontrou.
Thursday, June 2, 2011
O princípio da reciprocidade:
Um gajo já entradote levanta-se às 4 da manhã para ir fazer um xixi. A páginas tantas, olha para a pila e diz "estás a ver, quando tu precisas, eu levanto-me!"
O voto em branco
O voto em branco ameaça virar moda. Como qualquer moda, é frágil, superficial e passageiro. Mas como não gosto de modas, atiro-me ao desfile dos argumentos que pululam por aí:
1. "Não me identifico com nenhum partido". O voto em branco tem laivos de sectarismo. O eleitor não está disposto a aceitar um partido com o qual não se identifique em todas as vertentes e não perdoa os deslizes do passado. Por outro lado, por detrás do voto em branco está, muitas vezes, uma pretensa superioridade: "o meu voto é demasiado bom para ir para aquela gente".
2. "É uma forma de protesto contra a classe política medíocre". A classe política é uma construção nossa. Existe porque a maioria de nós abdicou da sua condição política, abandonando qualquer tipo de intervenção política e social, entregando aos políticos profissionais a tarefa de resolver os nossos problemas. Metemo-nos numa enorme alhada. E agora não só dizemos que a culpa é deles, como esperamos ingenuamente que, após uma chicotada de brancura, sejam eles a resolver o nosso problema.
3. "Serve para retirar legitimidade ao sistema". O voto em branco não tira nem dá nada precisamente porque vai vazio. O eleitor torna, de facto, o parlamento menos representativo, ao reduzir o número dos que escolhem os deputados da República. Mas ao mesmo tempo que tira representatividade aos escolhidos, reforça a sua impunidade na medida em que estes passam a depender de menos gente. Quanto menos legitimidade, melhor. Quanto pior, melhor. É um voto fraco, que não derruba nem elege ninguém.
4. "Quero ser independente dos partidos". O eleitor do voto em branco quer sentir-se puro e imaculado, para mais tarde poder dizer: "não tenho nada a ver com isto". Coloca-se à margem do problema como se o problema não fosse seu. Nosso. É bastante cómodo. Primeiro, não temos trabalho a escolher; e depois, não nos responsabilizamos pelas escolhas. É uma desistência. Decidam vocês que eu não sou capaz.
5. "O voto em branco é claro e transparente". Pelo contrário. É opaco. Não tem representantes, nem se sabe o que representa. Não vincula ninguém a nada. Quando o Parlamento tiver de votar a reforma da Segurança Social, a nacionalização de um banco ou a interrupção voluntária da gravidez, de que lado fica o voto em branco?
Enfim, sendo legítimo, o voto em branco imagina-se puritano. Recatado, gosta de se ver ao espelho. Vive bem com Deus e com o Diabo e, quando se chateia, o mais que diz é: "agarrem-me, se não eu desgraço-me". Acontece que de tão branco que é, torna-se maçador. Falta-lhe cor. Movimento. Dor.
Roubado aqui.
Saturday, May 28, 2011
Das biclas:
A minha burra mais nova - esta aqui - já saiu aqui das redondezas um par de vezes. Deu para dar umas voltas ainda curtinhas... trintas e picos quilómetros, não mais do que isso. O suficiente para ficar com uma idéia mais ou menos aproximada do que poderá vir a ser... Mas antes, uma queda na realidade:
Peso: tipo "lastro". Não foi feita para ser a "Miss Levezinha" nem lá perto, e a seu jeito nota-se o resultado: entre os dois ficamos com uns bons 105 quilitos, e as subidas não deixam de mo relembrar.
Manobrabilidade: Após o treino desde que a terminei até agora, passou a ser bastante melhor. Um pouco melhor do que um John Deere a rebocar uma enfardadeira, dá uma volta de 180º na largura de uma rua. Novamente, em baixas velocidades a coisa torna-se um tudo-nada complicada, e a grande maioria das subidas implicam baixas velocidades...
"Motor": A posição reclinada é suficientemente diferente da posição vertical para obrigar à utilização de grupos musculares diferentes durante a pedalada - pelo menos assim dizem os espertos na matéria. Assim me parece a mim também, principalmente porque acabo por ter dores em músculos que nem sabia que tinha - aquela dor quente e ácida do cansaço precoce - e de que nunca precisei para pedalar... Isto apesar de confirmar que, de algum modo, esta posição parece favorecer o torque, o que indicia que ou melhorarei certamente a performance a breve trecho ou fico com o joelho direito "nas couves". À cautela vou utilizando abundantemente mudanças mais "levezinhas" e aproveito para trabalhar um pouco mais o músculo cardíaco, até porque com mudanças mais pesadas a coisa ainda não vai lá - para já falta-me o kit de pernas para aquilo, vamos ver com o tempo.
P'formance: um espectáculo. E tenho que fazer uma ressalva para o fora de estrada (não confundir com aqueles trilhos onde só se vai com uma btt toda xpto e um kit de unhas topo-de-gama: estou a falar de estradões de terra batida e gravilha, um ou outro atalho mais pedregoso e nada de lama nem de areia solta): porta-se lindamente. Em terra batida é muito boa, em gravilha é muito boa, creio que devido à geometria do quadro e à consequente distribuição do peso, e também ao conforto proporcionado pela grande distância entre eixos. Em caminhos mais irregulares, a partir do momento em que consiga manter uma velocidade mínima decente, porta-se muito bem. Em estrada asfaltada temos dois cenários: a) subidas, em que remeto para os comentários acerca do motor, e b) descidas e plano. Aqui... upa upa. Revela-se. Mesmo com um motor fraquinho, consegue prestações muitíssimo interessantes. Talvez daqui a uns meses consiga enfrentar as subidas ao nível do que consigo na btt, nessa altura escreverei acerca do assunto.
Estilo e classe: óbviamente que não é por aí além de estiloso andar pela rua montado num monte de ferro "home made" com uma forma esquisita e com um sofá em vez do selim quando ainda não se domina lá muito bem o bicho, mas um sorriso simpático disfarça bem a falta de jeito, e a curiosidade natural dos transeuntes ajuda ao resto. Como seria de esperar, dá nas vistas que se farta, e as reacções tendem a ser globalmente muito positivas. E é na atitude dos condutores que se nota mais isso: parecem-me mais pacientes e civilizados.
E agora, a eterna questão que não é de todo uma questão relevante: porque é que tão poucas pessoas aderem à utilização deste tipo de bicicletas? Eu diria, porque os modelos comerciais (ainda) são muito caros e porque é necessária muita paciência (e alguns neurónios) para construir uma, porque são menos práticas, porque são mais pesadas, porque exigem um período de adaptação, porque têm prestações inferiores durante o período de adaptação, etc etc etc e tal, o que restringe o utilizador típico de uma coisa destas a nichos muito específicos.
Peso: tipo "lastro". Não foi feita para ser a "Miss Levezinha" nem lá perto, e a seu jeito nota-se o resultado: entre os dois ficamos com uns bons 105 quilitos, e as subidas não deixam de mo relembrar.
Manobrabilidade: Após o treino desde que a terminei até agora, passou a ser bastante melhor. Um pouco melhor do que um John Deere a rebocar uma enfardadeira, dá uma volta de 180º na largura de uma rua. Novamente, em baixas velocidades a coisa torna-se um tudo-nada complicada, e a grande maioria das subidas implicam baixas velocidades...
"Motor": A posição reclinada é suficientemente diferente da posição vertical para obrigar à utilização de grupos musculares diferentes durante a pedalada - pelo menos assim dizem os espertos na matéria. Assim me parece a mim também, principalmente porque acabo por ter dores em músculos que nem sabia que tinha - aquela dor quente e ácida do cansaço precoce - e de que nunca precisei para pedalar... Isto apesar de confirmar que, de algum modo, esta posição parece favorecer o torque, o que indicia que ou melhorarei certamente a performance a breve trecho ou fico com o joelho direito "nas couves". À cautela vou utilizando abundantemente mudanças mais "levezinhas" e aproveito para trabalhar um pouco mais o músculo cardíaco, até porque com mudanças mais pesadas a coisa ainda não vai lá - para já falta-me o kit de pernas para aquilo, vamos ver com o tempo.
P'formance: um espectáculo. E tenho que fazer uma ressalva para o fora de estrada (não confundir com aqueles trilhos onde só se vai com uma btt toda xpto e um kit de unhas topo-de-gama: estou a falar de estradões de terra batida e gravilha, um ou outro atalho mais pedregoso e nada de lama nem de areia solta): porta-se lindamente. Em terra batida é muito boa, em gravilha é muito boa, creio que devido à geometria do quadro e à consequente distribuição do peso, e também ao conforto proporcionado pela grande distância entre eixos. Em caminhos mais irregulares, a partir do momento em que consiga manter uma velocidade mínima decente, porta-se muito bem. Em estrada asfaltada temos dois cenários: a) subidas, em que remeto para os comentários acerca do motor, e b) descidas e plano. Aqui... upa upa. Revela-se. Mesmo com um motor fraquinho, consegue prestações muitíssimo interessantes. Talvez daqui a uns meses consiga enfrentar as subidas ao nível do que consigo na btt, nessa altura escreverei acerca do assunto.
Estilo e classe: óbviamente que não é por aí além de estiloso andar pela rua montado num monte de ferro "home made" com uma forma esquisita e com um sofá em vez do selim quando ainda não se domina lá muito bem o bicho, mas um sorriso simpático disfarça bem a falta de jeito, e a curiosidade natural dos transeuntes ajuda ao resto. Como seria de esperar, dá nas vistas que se farta, e as reacções tendem a ser globalmente muito positivas. E é na atitude dos condutores que se nota mais isso: parecem-me mais pacientes e civilizados.
E agora, a eterna questão que não é de todo uma questão relevante: porque é que tão poucas pessoas aderem à utilização deste tipo de bicicletas? Eu diria, porque os modelos comerciais (ainda) são muito caros e porque é necessária muita paciência (e alguns neurónios) para construir uma, porque são menos práticas, porque são mais pesadas, porque exigem um período de adaptação, porque têm prestações inferiores durante o período de adaptação, etc etc etc e tal, o que restringe o utilizador típico de uma coisa destas a nichos muito específicos.
Wednesday, May 25, 2011
Pela Santa...
A minha TV deixou de sintonizar os seguintes canais:
RTP1, RTP2, SIC e TVI na hora dos noticiários; SIC Notícias, TVI 24 e RTP qualquer coisa a qualquer hora; todo e qualquer canal que passe notícias sobre Portugal que incluam "troikas", FMI's, dívida pública e, acima de tudo, eleições legislativas.
Nota mental: querem apostar que este ano a "época de incêndios" só começa depois das eleições? Independentemente, é claro, do calor, da falta de humidade ou de quaisquer outros factores adversos. A ver vamos.
RTP1, RTP2, SIC e TVI na hora dos noticiários; SIC Notícias, TVI 24 e RTP qualquer coisa a qualquer hora; todo e qualquer canal que passe notícias sobre Portugal que incluam "troikas", FMI's, dívida pública e, acima de tudo, eleições legislativas.
Nota mental: querem apostar que este ano a "época de incêndios" só começa depois das eleições? Independentemente, é claro, do calor, da falta de humidade ou de quaisquer outros factores adversos. A ver vamos.
Monday, May 23, 2011
240
...metros na vertical. É a altitude a que está o castelo de Sesimbra. Em princípio, nada de especial, não fosse o facto de nos últimos dias ter visto umas largas centenas de gajos (e gajas) a pedalar em... Digamos que nos sítios mais impossíveis e improváveis do mundo. Sítios com subidas e descidas fantásticas, quilómetros e quilómetros a subir (ou a descer) sem parar, em bicicletas de estrada e de montanha e outras com duas rodas e alforges, sítios com sinais de trânsito a indicar a presença de ciclistas, em estradas em que mal cabia um carro e onde os autocarros de turismo simplesmente não passam - nem esses nem os outros. Digamos que me dediquei ao exercício de cálculo mental: subidas com cerca de vinte quilómetros e qualquer coisa entre os 700 a 900 metros entre a base e o topo. Não é para qualquer um. Fica na costa norte de Mallorca, e fiquei com o bichinho de lá voltar, mas de bicicleta... E para começar a treinar, decidi-me pelo impossível: depois de uma voltinha pelo Cabo Espichel para aquecer, obriguei a "burra" a subir desde o pontão até ao Castelo. Fartou-se de reclamar, mas subiu os tais duzentos e quarenta metros. Agora é só ir repetindo a dose com alguma regularidade, até criar habituação.
Nota mental: foi muito mais fácil do que tinha imaginado. Quando desci estava firmemente decidido a subir nem que fosse com a burra na mão. Quando comecei a subir, deixou de ser opção.
Nota mental: foi muito mais fácil do que tinha imaginado. Quando desci estava firmemente decidido a subir nem que fosse com a burra na mão. Quando comecei a subir, deixou de ser opção.
Monday, May 16, 2011
Tuesday, May 10, 2011
Da política:
Há uma expressão curiosíssima que a nossa querida e amada classe política teima em utilizar ad nauseam: o combate (político), também na variante da batalha (política). Faz tanto sentido como meter um sino no snorkel de um submarino, pela simples razão de que nenhum deles sai a perder efectivamente coisa nenhuma. A actividade política é mais arriscada no confronto (ascensão) dentro dos partidos do que no confronto entre os partidos. E lamentavelmente isto só acontece porque, nivelando por baixo, os agentes políticos eliminaram os factores de risco. Bónus acrescido: mantendo-se num casulo fechado, são razoavelmente imunes ao mundo real. Daí a razão para toda esta história do FMI ser agora apresentada na versão "Português Suave".
Nem sequer é necessário perceber muito do assunto.
A Europa enfrenta uma crise difícil - é o bê-á-bá do ponto de situação da actualidade. E esta crise - que não é A financeira, não é A económica, é a crise política e a crise social, porque é da velha Europa que estamos a falar - só pode ter uma de duas saídas: ou a Europa se afirma como uma unidade económica, social, política e territorial em muito pouco tempo (o que equivale a dizer que avança para uma solução federalista) ou a muito breve trecho teremos um conflito armado global.
Não é uma questão de ser catastrofista, trata-se apenas de ler a História como ela se passou. A gasolina está a ser derramada, é só aparecer um maluco com um fósforo.
Não é uma questão de ser catastrofista, trata-se apenas de ler a História como ela se passou. A gasolina está a ser derramada, é só aparecer um maluco com um fósforo.
Sunday, May 8, 2011
Se não for muita maçada...
...Quero os meus 7800 Euros do FMI!!!
(já que vou pagar - e bem - por eles...)
Friday, April 29, 2011
Paris
Paris revelou-se uma cidade deveras interessante, onde um dos seus símbolos máximos tem um pequeno (grande) espaço de homenagem ao seu criador
Que mantém vivos os sinais e os símbolos de um passado não tão recente quanto isso
E onde se percebe fácilmente que a diferença entre um criminoso sanguinário e um grande Imperador reside acima de tudo no ponto de vista (ou do lado da barricada em que nos encontramos)
A História nem sempre se escreveu na ponta das baionetas. Por vezes foi com um traço mais grosso.
Podia ser outra cidade qualquer?
Podia, mas não era a mesma coisa.
Thursday, April 28, 2011
Miss chuveiro
Fui só eu a achar que o Ferro Rodrigues devia ter continuado na OCDE em vez de se vir cuspir para o nosso espaço hertziano?
Upgrade: OSS.
Após diversas experiências e tentativas frustradas, prescindi de vez do sistema de direcção original, culpa de uma falha grave de projecto. Na realidade o sistema de rolamentos que utilizei não era de todo funcional, e após alguns minutos de utilização começava a apresentar folgas que o tornavam de todo impraticável. Para já, e dada a falta de uma boa idéia para resolver o problema, decidi pelo upgrade menos óbvio: montar um guiador (mais ou menos) tradicional. E ficou assim, como testemunham as fotos. Mais ou menos na mesma, mas com uma "volumetria" algo diferente. Deixou de ser "one of a kind" aqui na paróquia dado que o Frederico tem uma igual parecida. Mantém-se tudo o que disse: a manobrabilidade é a de uma escrivaninha Luís XIV com rodas, tem o peso de um piano de cauda e é linda como o Shrek. Mas é um espectáculo. Quer estrada, quer papar milhas, quer rolar. E mantenho tudo o que disse em relação ao conforto. Absolutamente fantástico.
O assento foi roubado à irmã mais velha (agora defunta) e recauchutado. Está ligeiramente menor, mais leve e bastante mais robusto - duas placas de contraplacado de 5mm entremeadas com duas camadas de fibra de vidro, com mais duas camadas de fibra de vidro e duas de fibra de carbono em cada uma das faces. O objectivo era não necessitar de apoios adicionais na zona do encosto, estando apenas preso ao quadro por dois parafusos de 6mm. O tubo do guiador foi dobrado à mão e soldado a título mais ou menos definitivo, os acabamentos nesta zona para já não estão ao nível do resto. Quando comecei este projecto ainda não tinha uma idéia definitiva para o sistema de direcção, pelo que decidi ser um nadinha mais tradicional e aumentar o ângulo do eixo de direcção, não se fosse dar o caso de precisar de um guiador mais tradicional.
Os componentes são todos standard e "roubados" ao BTT: com uma bicicleta tão pesada pareceu-me razoável optar (pelo menos numa fase inicial) por um conjunto que permitisse enfrentar as subidas com alguma confiança.
Estou a aprender a "pilotar" a bichinha, não é de todo pacífico - a geometria da direcção e o recuo do guiador são autênticos desafios a quem quer contrariar a lei da gravidade naquelas duas rodas... O equilíbrio a baixas velocidades ainda é complicadote, e para não passar demasiadas vergonhas, a auto-aprendizagem tem sido feita após o lusco-fusco, mais ou menos aqui por perto da porta de casa - até porque ainda não tem luzes.
Extras: tem protecção de corrente (o verde-mangueira não engana: foi mesmo feita a partir de um metro de mangueira de jardim), um guarda-lamas traseiro - falta o dianteiro, fica para um destes dias (a ver), já tem a plataforma e os alforges, que abençoadamente estão providos de reflectores... tudo afinado ao melhor que consegui, tudo a funcionar. Estou a tratar do "motor". E de uns cabos que consigam ir do guiador ao travão traseiro - e pior, ao desviador, para não ficarem como estão actualmente, a fazerem um atalho entre o guiador e o quadro.
Um outro dado importante: tal como aparece nas fotos, pesa 14,5 Kg. Surpreendente, pensei que seria um pouco mais - uns 3 ou 4 Kg a mais.
Sunday, April 24, 2011
Paris Eiffel
Fui recomendado por quem conhecia. A bem dizer, apenas uma alminha me disse que não tinha gostado da cidade. E fui. E à chegada, Paris não é uma cidade assim tão impressionante, principalmente quando aterramos no Charles de Gaulle e percorremos o subúrbio - bastante banal, por sinal - para entrar na dita cidade. Bem, à luz do fim da tarde a Cidade-Luz não é ofuscante por aí além. Ainda para mais porque o tempo estava Londrinamente farrusco. Já estava portanto o je a tirar medidas ao alguidar para avaliar o tamanho da banhada que ia levar, dado que até ali NÃO era diferente de nenhuma das (muito poucas) Cidades que conheço quando... a noite caiu - ou caiu a noite. E foi mais ou menos assim que a vi pela primeira vez: Distante e sem termo de comparação.
Ao longo do caminho, do Champ de Mars, foi surgindo assim. E a esta distãncia percebe-se a beleza e a elegância, mas ainda nada mais. Dá assim a modos que ares de um farol folclórico plantado no meio da cidade, e vamoláver...
E a caminho do indo lá ver, cada vez mais se percebe algo que não é exactamente evidente no início do percurso: aquele tal farol folclórico - acreditem, se fosse em Amsterdam teriam feito passar um farol folclórico por uma torre Eiffel, uma estátua da Liberdade ou pela grande muralha desde que isso desse dinheiro - e daí a minha observação anterior, mas dizia eu, aquele farol folclórico não é nada disso nem de perto nem de longe, a perspectiva engana, toda a perspectiva engana, a noite e o céu enganam, aquilo é um embuste montado à distância, porque quanto mais nos aproximamos mais esmagadora se torna:
E paradoxalmente sem perder a elegância da forma. Estou perante um monumento que não tem qualquer utilizade prática, não passa de uma pilha de metal erguido ao ego do homem, e contudo... E contudo é inigualável. E quanto mais nos aproximamos mais tudo aquilo se torna impressionante.
Seguramente haverão umas quinhentas mil fotos da torre, tiradas do pilar ponto cardeal X com esta mesma perspectiva. Tenho pena que não consiga apanhar tudo o que vi ali. Mas fica na mesma:
E aqui chegados (apetece dizer "Senhoras e Senhores"), cai a ficha. Não há hipótese alguma: Isto, em si, é absolutamente incomparável, é único, é feito de um molde que foi partido à nascença. Seguramente o expoente máximo da construcção em treliça de ferro, seguramente esmagador, seguramente incomparável. E correndo o risco de parecer um pacóvio encandeado pelo barulho das luzes, só me lembro da imagem de ver pássaros (pombos, muito provavelmente) a passarem por ali, debaixo do arco, por cima de mim. Não tenho nenhuma imagem que transmita melhor o que senti: ali voam pássaros, ali por baixo, mesmo ali em cima de nós.
E o que se pode dizer quando se está ali? Quase nada, efectivamente. Não interessam os "Qué frô" que tentam vender réplicas da torre de todos os tamanhos e feitios, enfeitadas como árvores de natal ou (sóbriamente?) douradas a imitar o original; não interessam os transeuntes que deambulam, os quinhentos turistas que por ali andam a tirar fotografias, nem sequer incomodam muito os soldados que andam aos três de automática em punho por entre a multidão: o que interessa ali não se passa ao nível do solo - está lá em cima, não interessa que não se passe nada, o que se passa passa-se lá em cima.
Nada está ali ao acaso: Não há nada demais nem nada de menos. A "abóboda" não fecha acima do arco na primeira plataforma, fecha na segunda. A treliça abre para deixar passar a luz e o vento e fecha-se para nos limitar o alcance dos sentidos, mas sempre muito longe, muito lá em cima.
Talvez seja só eu, mas há algo de absolutamente fascinante nesta torre. É toda uma Cidade que se encerra aqui (percebi-o mais tarde quando saí a pé para calcorrear o resto), é algo que tenho dificuldade em descrever. Mas para tudo o resto encontro sempre um termo de comparação, a Batalha, os Jerónimos, Mafra, há sempre algo que (salvaguardadas as devidas diferenças) me surgiu como termo de comparação a quase tudo o que vi. Menos para a torre. A Torre. Percebe-se porque não a quiseram destruir. E também se percebe o orgulho que têm em a terem construído.
Thursday, April 21, 2011
Actualidades:
Pedro Silva Pereira, o ex-Ministro daquela pasta de que não me lembro, aquele açude de conhecimentos tácitos, aquela sequóia exemplo de rectidão, o paladino da transparência e do bom relacionamento constitucional, aquele verdadeiro alguidar repositório de boas práticas, arengou novamente às massas. Fala exactamente como o seu mentor, o Engenheiro. Até mete medo. Nem se percebe bem o que diz.
Parece que o PS está à frente nas sondagens. Este PS, que aclamou em quase unanimidade o Engenheiro, que dá valor a personagens telenovelísticas como o ex-Ministro que fala como o Engenheiro arrisca a vir a fazer parte - mais uma vez - do Governo do País.
Alguém está apostado em que eu emigre, só pode...
Parece que o PS está à frente nas sondagens. Este PS, que aclamou em quase unanimidade o Engenheiro, que dá valor a personagens telenovelísticas como o ex-Ministro que fala como o Engenheiro arrisca a vir a fazer parte - mais uma vez - do Governo do País.
Alguém está apostado em que eu emigre, só pode...
In-cre-du-li-da-de:
Isto veio da boca do gajo que queria fazer do Campo Pequeno um Circo ao estilo romano, com areia empapada do sangue dos fascistas. E pode querer dizer uma de várias coisas: a) bateu com a cabeça e ainda não foi diagnosticado, b) com a idade veio-lhe alguma utilidade ao conteúdo do crâneo, c) esteve em Marte desde 1974, d) outra coisa qualquer, z) ponham-se a pau porque ainda há por aí muita G3 escondida.
Tuesday, April 12, 2011
Perdoem-me a vulgaridade...
Estava a ver o arquivo morto do blog... e constatei que o tão gabado Clube das Virgens... Fodeu-se.
'Tiquetas:
ia-me dando uma coisinha má
Independentes:
Estes dois homens são "Independentes". Ambos com uma carreira profissional meritória, um na AMI, o outro como Professor. Ambos com ligações políticas, um a um partido de centro-direita e o outro a um partido de centro-esquerda. Um derrotado nas pretéritas eleições Presidenciais, o outro ex-ministro das Finanças do governo demissionário - pelas razões mais do que óbvias.
Adivinhem lá qual deles está farto de levar na corneta.
NÃO! É o outro pá!
"A Terra é Azul"
Planeta Terra, 12 de Abril de 1961, a bordo da Vostok I.
And now, Ladies and Gentlemen...
Something completely different. Vamos chamar-lhe... Não sei bem o que lhe possa chamar, mas a designação correcta é (do Inglês)... Long Wheel Base recumbent byke (LWB). Mais: Under Seat Stearing (USS). A primeira designação vem não do comprimento (2,4 mts) mas do facto de ter o eixo da direcção à frente da pedaleira. A segunda designação vem do guiador, localizado exactamente por baixo do assento - não é um selim, é um assento mesmo. No Brasil traduz-se "recumbent" para "reclinada". Não sei se o termo será o mais correcto, assumo que sim... A dificuldade deve-se a um facto simples: esta é muito provável e possívelmente a primeira do género feita em Portugal. Tanto quanto sei, claro. Isto não é um concurso, é apenas para dar uma idéia da singularidade da coisa. Tal como esta aqui - uma SWB (Short Wheel Base), Over Seat Steering (OSS) - porque tem o guiador acima do assento, e também qualificada de High Racer (o High entendo, o racer...)...terá sido eventualmente pioneira em Portugal, ao passo que aqui, uma coisinha conhecida como Tadpole Trike (duas rodas à frente, por oposição aos que têm duas rodas atrás, designados por Delta Trikes não foi de todo a primeira a nascer cá na terrinha. Ainda assim num País em que a bicicleta não tem de todo a relevância que merece, os números destes exemplares (únicos) são tão diminutos que fazem deles seres absolutamente exóticos e dignos de de nota.
O facto de já ter construído/modificado outros exemplares antes foi uma mais-valia inestimável - quer no processo de fabrico, quer na percepção atempada dos pontos fracos do projecto. Não tem um ar "profissional", mas eu também não sou profissional do ramo... A mim serve-me para já. Os materiais utilizados... uma bicicleta do género das bike tour (canibalizadíssima) e tubo de aço de secção quadrada de 35 mm com paredes de 1 mm. Ainda não sei o peso, mas andará seguramente mais próximo dos 20Kg do que dos 10 Kg. Um dia com mais tempo faço um descritivo mais detalhado.
A razão pela qual quis construir esta menina: a) o resultado das experiencias anteriores não me convenceu, e b) esta foi exactamente a primeira bicicleta que quis construir - mas depois acabei por me decidir por algo mais complexo... em relação ao ponto a) senti-me algo insatisfeito quanto aos resultados práticos: o trike era demasiado baixo para andar com segurança nas estradas, a outra bicicleta que tinha canibalizado era demasiado alta para ser confortável nos arranques (principalmente em subida). Ou seja, necessitava de algo intermédio, e surgiu isto.
Após algumas voltinhas pela vizinhança, ficam-me as segintes sensações:
-Pode vir a ser uma coisinha muuuuito rápida. Apesar do peso sim, afinal tem a vantagem da aerodinâmica - mas como dizem os americanos, nestas coisas "miles come before speed".;
-Não é por aí além de manobrável. Muito comprida, assemelha-se mais a um camião articulado com reboque... creio que se desenrascará bastante bem em estradões de terra batida e trilhos largos, mas o elemento natural desta bixinha continua a ser o asfalto;
-Apesar de ainda necessitar de algumas afinações - nomeadamente corrente e travões, a sensação que transmite é a de uma travagem bastante firme, muito controlada e eficaz. Em grande parte - diria eu - por causa do relativamente baixo centro de gravidade.
-Top gun: é brutalmente confortável. Quando digo confortável não estou a falar em termos comparativos com uma bicicleta de cidade com um selim monstruoso artilhado com gel, estou a falar de uma poltrona com rodas. Esse é o termo da comparação. É uma poltrona com rodas.
Em relação ao sistema de direcção, revelou-se muito eficaz, muito directo e muitíssimo confortável. É para isso que serve, aliás... o guiador debaixo do assento: para ser muitíssimo confortável.
Ficam duas singelas fotos. Dá para ter uma idéia do que estou a falar.
Em estado bruto:
Tem dias, mas por vezes a natureza fica assim por aqui... a máquina não é grande coisa, mas as imagens estão em bruto: foi assim que vi, foi assim que ficou porque foi assim que foi. Mas mesmo com muito boa vontade, as fotos não conseguem de todo fazer jus à realidade.
Monday, April 11, 2011
combate à acefalia galopante:
O número a reter: quatro.
Quatro.
Quaaaatro.
Meus amigos, pensemos no quatro.
O PEC chumbado foi o quarto. Não foi o primeiro, nem o segundo, nem o terceiro - foi o quarto. Porque todos os anteriores falharam, apesar de várias alminhas jurarem sobre as campas das respectivas mamãs defuntas que não seriam necessárias mais medidas. Porque o orçamento de 2011 foi uma fraude, porque assumia um cenário irrealista. E ao fim de 3 PECs ranhosos e um orçamento merdoso vêm dizer que o chumbo do PEC IV foi o responsável por deixar o País à "mercê" do FMI???? Mais ou menos como o gajo que bebeu 5 litros de vinho e comeu uma azeitona, e vomitou porque a azeitona estava estragada?
Meus amigos congressistas: ide-vos todos foder - quem tem que pagar esta merda somos nós, e já é mau o suficiente sem estarmos a ser gozados.
Quatro.
Quaaaatro.
Meus amigos, pensemos no quatro.
O PEC chumbado foi o quarto. Não foi o primeiro, nem o segundo, nem o terceiro - foi o quarto. Porque todos os anteriores falharam, apesar de várias alminhas jurarem sobre as campas das respectivas mamãs defuntas que não seriam necessárias mais medidas. Porque o orçamento de 2011 foi uma fraude, porque assumia um cenário irrealista. E ao fim de 3 PECs ranhosos e um orçamento merdoso vêm dizer que o chumbo do PEC IV foi o responsável por deixar o País à "mercê" do FMI???? Mais ou menos como o gajo que bebeu 5 litros de vinho e comeu uma azeitona, e vomitou porque a azeitona estava estragada?
Meus amigos congressistas: ide-vos todos foder - quem tem que pagar esta merda somos nós, e já é mau o suficiente sem estarmos a ser gozados.
A minha pergunta por responder:
Financiamento, financiamento, financiamento, financiamento. Financiamento para despesas correntes, financiamento para despesas supérfluas, financiamento para gastos sumptuários, financiamento para obras faraónicas, financiamento e mais financiamento. Eu pergunto: este País é viável? Sobrevive sem financiamento?
Senão, mais vale fechar a porta.
Senão, mais vale fechar a porta.
Thursday, April 7, 2011
O meu sincero e sentido "muito obrigado"
a este Senhor, pela verve, pela lucidez, pela imparcialidade e pelas capacidades divinatórias que lhe permitiram discernir o que mais ninguém conseguiu ver: a vida para além do défice. Chama-se FMI.
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