Wednesday, June 22, 2011

Solstício

Foi o dia mais comprido do ano, ou o maior dia do ano, ou o dia com mais horas de luz do ano. Apenas no hemisfério norte, claro. Acima do círculo polar Ártico, o dia teve 24 horas de luz com o Sol no seu zénite máximo. Por aqui, foi assim: 


















Monday, June 20, 2011

Thursday, June 16, 2011

Estados de espírito:

Fátima Campos Ferreira para Campos e Cunha: "Mas o senhor foi ministro das finanças do primeiro governo de José Sócrates"
Campos e Cunha: "Mas isso não faz parte do currículo, faz parte do cadastro."



Roubado aqui.

Luz


Monday, June 13, 2011

Um avanço no sentido da realidade:

O Alfredo Barroso invoca contra o Aguiar Branco os pobrezinhos e coitadinhos que estão a passar fome (até que enfim que alguém no PS se lembra de olhar para o mundo real), fome essa que seguramente só começou no pretérito acto eleitoral, junto com a miséria e a ignorância que nunca, nunca, mas nunca houve em Portugal durante os governos do engº. Aliás, o País está tão bem que o dito-cujo vai passar um ano ao "estrangêro" para estudar filosofia.

Friday, June 10, 2011

Fiat Lux.



Esta é a ditosa Pátria minha amada...






Thursday, June 9, 2011

Já há um tempo que não vinha aqui de bicicleta, ao Seixal. Hoje decidi-me, e regressei. O problema não é tanto a ida como a volta, que é (quase) sempre a subir, mas que se dane, aquilo não foi feito para andar sempre em plano. O Seixal (a baía) é sempre aquele sítio indescritível, seja qual for a luz, a baía e o rio vestem-se a condizer. E a paragem de sempre para o café do costume, no sítio do costume...




E uma voltinha pela Lagoa de Albufeira, assim a modos que um desvio ao caminho. A "burra" fica  bem ali, mal caída na areia (mal porque caiu mesmo para o lado errado - o lado da corrente, claro). A Lagoa, essa, continua espectacular, como sempre. 



E depois o Meco. A Aldeia e a Praia das Bicas, ali umas dezenas de metros abaixo do parque de campismo. Parque esse onde vou de vez em quando beber um café... hoje a acompanhar um chausson de maçã. Meio chausson, a outra metade foi fora quando descobri que tinha meia-dose de maçã e meia-dose de bolor. Penincilina em estado puro, portanto.



Já depois (e um bocado acima) da Praia da Foz - que tal como a anterior, é apenas um bocadinho de areal... Mas vale a pena andar por aqui, a paisagem é sempre espectacular.



E no Cabo Espichel, at last. O dia esteve sempre abafado, entrecortado de vez em quando por uma brisa fresca, mas que nunca passou de uma brisa. Tenho pena de não ter uma máquina fotográfica comigo, o telelé não apanha o que realmente se via.






E um bocadinho fora da estrada principal... Via-se bem para lá de Tróia, quase até Sines (para Norte, no Cabo, via-se claramente a Serra de Sintra)... Em dias limpos é assim: vê-se até lá ao longe.



E o "bebedouro" do costume. Há aqui rebanhos de ovelhas (na Azóia faz-se queijo), daí o bebedouro. Paragem da praxe.




No total foram oitenta e poucos quilómetros. Há muito tempo que não pedalava tanto, e nunca pedalei tanto com tantas subidas (e descidas). Como é lógico, tenho dois blocos de cimento nas coxas e a perna direita está a ferver como uma salamandra. O que causa mais incómodo em distâncias tão grandes acaba por ser o selim, o pescoço leva a sua dose e os braços iam à vez. Se calhar deixava-me de coisas e começava a usar mais a outra burra...
Anyway, valeu a pena, como sempre. A repetir um destes dias mais próximos... E com passagem pela Ponta dos Corvos.

Lagoa e arredores

O tempo esteve um bocado "fechado"... Mais fechado lá mais para norte.










No Cabo Espichel





Tuesday, June 7, 2011

Se calhar não nos calávamos.

Porque das duas três: a Ana Gomes bateu com a cabeça com muita força, a Ana Gomes sabe alguma coisa que nós não sabemos ou a Ana Gomes ficou transtornada no pretérito Domingo com alguma coisa de que não gostou. É que para dizer uma barbaridade destas, tem que se ter uma razão muito forte, nem que seja a insanidade; comparar um negócio - por desastroso que seja - com uma tentativa de violação é assim algo que me parece um tudo-nada descabido. E para além disso, e porque nestas coisas temos que ter o mesmo peso e a mesma medida, o agora futuro ex-primeiro ministro também andou a braços com a Justiça em processos muito mal explicados, e não ouvi ninguém no PS a questionar o comportamento pessoal ou político dele. O que me remete para a conclusão de que a ética e a moral têm padrões de avaliação diferentes conforme os visados.


Só para deixar as coisas claras: não estou a defender o Paulo Portas. Estou a criticar a Ana Gomes, o que são duas coisas completamente diferentes.

Legendas SIC, reportagem:

Fulano não sei das quantas
Industrial da Construção Civil.


P.S: o tipo é construtor, vulgo "pato-bravo".
Industrial?????

Monday, June 6, 2011

Democracia é...

Coisas que já ouvi da boca de paladinos das liberdades, direitos e garantias da "esquerda":


-As pessoas não sabem o que fizeram, mas quando começarem a pagar a política da direita (blábláblá) vão ver;
-Passos Coelho & Portas conseguiram conduzir Sócrates e o PS ao abismo, quando os forçaram a seguir políticas da direita (blábláblá);
-Os partidos da "tróica" vão acabar com o estado social, e nunca mais os Portugueses imaginem que vão ter uma coisa vagamente parecida com um.


Explicações do je:


-É óbvio que o eleitor médio não é por aí além de "esperto". Alguns mudam de voto por causa de um electrodoméstico, mas na realidade não passam a ser menos espertos quando votam à direita. A não ser na cabecinha de uma qualquer luminária do Bloco ou do PS, que ainda há dois anos davam mais valor ao quilo de cérebro de eleitor do que dão agora;
-Até ontem Sócrates era um animal político, afinal hoje uma série de gente descobriu que na realidade não passou de uma marioneta da "direita" e das forças reaccionárias... Que mais o terão obrigado a fazer? Só Deus sabe...
-Os Portugueses nunca mais vão ter um Estado Social porque... já não o têm de todo. E porque nenhum partido à esquerda está verdadeiramente interessado em viabilizar, construir ou reabilitar seja o que for vagamente parecido com um estado social.