Tuesday, July 24, 2012

Relvas:

Já que é um tema da actualidade...










Tuesday, June 26, 2012

"Externalização":

Surgiu-me a questão de uma conversa agorinha mesmo, com o Axle: Eu, empresa, tenho uma necessidade não pontual, para uma função que tem que ser desempenhada em continuidade, que exige conhecimento técnico e conhecimento da realidade da empresa. E tenho duas hipóteses: ou contrato directamente ou subcontrato o serviço a uma outra empresa. Se assumirmos que o faço, esta empresa terá ido ao mercado (ao mesmo a que eu teria ido) fazer a contratação, por um valor semelhante e com um pacote de regalias idêntico. Também faz descontos para a SS e também terá que pagar as férias a essa pessoa - e caso eu assim o exija, terá que pagar a alguém para cobrir também esse período de 22 dias úteis. Como é óbvio, cobrar-me á a mim todos os custos "brutos" mais o risco de cessação de contrato mais o lucro que, óbviamente, é o móbil de qualquer empresa.
A minha questão é, o que é que eu ganho com esta solução? Qual é que é o valor acrescentado da subcontratação?

Externalização é mais um daqueles palavrões (como "sinergias", há uns anos), que andam na boca de toda a gente - principalmente de pessoas que não lavam os dentes...

Wednesday, May 23, 2012

Com um...

Há dias assim a modos que um bocado para o fornicados... a puxar ao fecundado. Não, não é uma questão de "ah, sinto-me incompreendido", não tem nada a ver com essas merdas. Hidden agenda, parece-me que é como se diz em Inglês do sul, a dar para o canal. É sentir que (quase) toda a gente anda com uma segunda intenção. Ninguém é o que mostra ser, ninguém diz o que quer dizer, ninguém se compromete a uma decisão. Deve ser uma merda difícil pá, as pessoas são pagas para isso. E claro, um dia destes dou o berro, porque gosto muito de saber com o que posso (ou não) contar. E se calhar alguém descobre alguma coisa de que não está à espera...

Thursday, May 17, 2012

LaDonna Adrian Gaines

Vulgo "Donna Summer". Abandonou-nos hoje. 
Mas deixou-nos sons inesquecíveis. 



Friday, May 4, 2012

The Nameless City:

That is not dead wich can eternal lie
And with strange aeons even death may die

Thursday, March 29, 2012




LISBOA 2012.03.27


CARTA ABERTA AO VEREADOR DOS PELOUROS MOBILIDADE E INFRAESTRUTURAS VIÁRIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA 
Fernando Nunes da Silva




Exmºs Senhores, 


NOTA PRÉVIA;


Vejo-me forçado a escrever esta carta, após de ter tentado participar por duas vezes nas Reuniões Públicas da C. M. de Lisboa e qual não foi o meu espanto ao verificar que para tal a C. M. de Lisboa exige marcação presencial na 5º feira anterior a cada Reunião Pública;


Por motivos de agenda profissional, nos últimos dois meses não pude estar em Lisboa nas quintas-feiras anteriores às Reuniões Públicas da C. M. de Lisboa e segundo me informaram nos Paços do Concelho, a inscrição para participação na Reunião Pública da C. M. de Lisboa não pode ser efectuada por e-mail, telefonema, fax, numa outra quinta-feira, terça ou sexta. Terá obrigatoriamente de ser efectuada aos balcões dos Paços do Concelho, exactamente na última 5ª feira antes da Reunião Pública. A ser exacta esta informação prestada aos balcões dos Paços do Concelho, este tipo de formalismos burocráticos no séc. XXI revelam um inusitado arcaísmo e um total desajustamento dos processos da C. M. de Lisboa com realidade e ao mesmo tempo que dificultam a participação cívica. 


SOBRE OS MOTIVOS QUE ME LEVAM A ESCREVER ESTA CARTA; 
Tendo sérias dúvidas de diversa ordem sobre a decisão da C. M. de Lisboa em interditar a circulação em determinada zona da cidade aos veículos anteriores a 1992 e a partir do próximo dia 1 de Abril ampliar essa zona e incluir na proibição os veículos anteriores a 1996, sobre o pretexto de que são mais poluentes. Uma vez que nas notícias vindas a público só li generalidades que não coincidem com os dados que tenho na minha posse, venho solicitar esclarecimento das seguintes questões ao Vereador responsável pelo Pelouro da Mobilidade e Infra-estruturas;


1- PERGUNTAS SOBRE OBJECTIVOS E IMPACTOS
1.1 Se efectivamente a C. M. de Lisboa pretende interditar a circulação dos veículos mais poluentes em certas zonas da cidade porque é que os veículos que efectivamente mais poluem continuam a poder circular sem limitações conforme o exposto no documento em anexo?
1.2 Os veículos mais poluentes assinalados no documento em anexo não só emitem mais partículas nocivas para o ambiente como pelo peso e potência superiores, provocam mais desgaste nas infra-estruturas. Este factor foi tido em conta na elaboração desta norma? Se sim quais as conclusões?
1.3 Os veículos menos poluentes assinalados no documento em anexo não só emitem menos partículas nocivas para o ambiente como habitualmente são utilizados pelos sectores da população com menos recursos. O impacto estas medidas na economia e mobilidade nesses sectores da população foi tido em conta na elaboração desta norma pela C. M. de Lisboa? Se sim quais as conclusões?
1.4 Segundo diversos estudos a pegada ecológica global decorrente da produção de um veículo automóvel médio equivale em média a 150.000km percorridos pelo mesmo veículo, o que corresponde a percorrer 15.000km anuais durante 10 anos. Foi feita uma projecção do impacto negativo na pegada ecológica global da cidade de Lisboa, decorrente do facto os proprietários dos veículos anteriores a 1996 que circulam em Lisboa virem a comprar veículos novos? Foi comparado esse impacto com pegada ecológica global da cidade de Lisboa se esses proprietários continuarem a utilizar os veículos anteriores a 1996 durante os próximos 10 anos? Se sim quais as conclusões? 
1.5 Quais os objectivos em termos de redução efectiva de poluição que a C. M. de Lisboa se propôs atingir com a primeira fase desta medida? 
1.6 Quais os resultados reais obtidos após 6 meses de aplicação da lei depois de serem descontados os efeitos na variação do trafego, decorrentes da actual crise, do aumento dos preços dos combustíveis e das taxas de estacionamento? 
1.7 Antes de avançar com ampliação da zona de exclusão para os veículos anteriores a 1996 em que medida foi tida em conta a análise dos resultados obtidos com a execução da medida anterior?
1.8 Quais os objectivos em termos de redução efectiva de poluição que a C. M. de Lisboa se propões atingir com a segunda fase desta medida?
1.9 Uma vez que conforme demonstrei através do documento em anexo esta norma não impede a circulação nas zona determinadas pela C. M. de Lisboa dos veículos mais poluentes e que exercem mais pressão e desgaste sobre as infraestruras, ao mesmo tempo que dificulta a mobilidade das camadas mais desfavorecidas da população, se ao fim de um ano nenhum dos objectivos em termos de diminuição dos valores da poluição tiverem sido atingidos a C. M. de Lisboa admite rever esta norma que só prejudica os proprietários de veículos com menos recursos e permite os veículos mais poluentes e que provocam mais desgaste nas infraestrutura continuarem a circular?


2 PERGUNTAS SOBRE ELEMENTOS ANTERIORES À NORMA DA C. M. DE LISBOA 
2.1 Com base em que dados foi estabelecida esta lei, quem polui mais em Lisboa? Veículos particulares? Transportes públicos? Navios? Outros? (especificar)
2.2 Quantos veículos anteriores a 1992 circulavam em Lisboa à data da implementação da lei?
2.3 Quantos km faziam anualmente os veículos anteriores a 1992 circulavam em Lisboa à data da implementação da lei?
2.4 Qual a contribuição dos veículos anteriores a 1992 em termos percentuais, no conjunto da poluição global em Lisboa?


3 PERGUNTAS SOBRE ELEMENTOS ANTERIORES À AMPLIAÇÃO DA ZONA DE PROIBIÇÃO PELA NORMA DA C. M. DE LISBOA
3.1 Quantos veículos anteriores a 1996 circulam em Lisboa actualmente.
3.2 Quantos km fazem anualmente os veículos anteriores a 1996 que circulam em Lisboa actualmente? 
3.3 Qual a contribuição actual dos veículos anteriores a 1996 em termos percentuais, no conjunto da poluição global em Lisboa?


4 PERGUNTAS SOBRE SUPORTE LEGAL E FICALIZAÇÃO
4.1Qual o suporte constitucional e legal e que permite descriminar quem conduz um veículo pelo ano/modelo ou norma Euro 1, quando esses mesmos cidadãos podem circular com o mesmo veículo em todas as outras cidades de Portugal e em todas as estradas da União Europeia?
4.2 Qual o suporte legal que permite à Policia Municipal fiscalizar e eventualmente autuar um condutor na posse dos documentos exigidos pela lei geral (cartão do cidadão, carta de condução, livrete, titulo de registo, comprovativo do seguro, da inspecção e do imposto de circulação) que não apresente certificado de interesse histórico ou comprovativo da instalação de catalisador.
4.3 Havendo veículo anteriores a 1992 com catalisador e a cumprir a norma Euro 1 e anteriores a 1996 que cumprem a norma Euro 2 quais a competências da Policia Municipal para fiscalizar estes aspectos técnicos?
Fico aguardar o esclarecimento rigoroso das questões que contam da presente carta. 










Nuno Manuel Granja da Silva


Avenida Almirante Reis
LISBOA




P.S. Considero o conteúdo desta carta de interesse público e por esse motivo divulgarei o mesmo junto dos meios de comunicação e redes sociais




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E pronto, é isto. E isto é muito do que tem que ser questionado, porque o espaço público é de todos, e é pago por todos. Não pode estar refém de legislação ad hoc nem de decisões de circunstância.















Monday, March 19, 2012

Na onda:


Já que toda a gente escreve sobre o assunto... O meu Pai continua a ser o melhor Pai do mundo. E é mais forte do que o teu, e já foi à lua e ao fundo do mar. E contou-me como foi, e fui lá com ele. E se não acreditas, pergunta-lhe.

Tuesday, March 13, 2012

O Presidente de todos os Portugueses:

Tenho que deixar aqui uma declaração sumária: não gosto de chicos-espertos do calibre do José Sócrates. Não gosto de indigentes mentais presporrentes e prepotentes incapazes de verem um erro ainda que o mesmo esteja escarrapachado à frente da retina e com a assinatura do próprio. Ponto. Execrável é pouco para qualificar a criatura. Espero ter escrito isto de um modo claro, correcto e conciso - ainda que a cagar para o acordo ortográfico.
O que me move a escrever este post - e espero que alguém que perceba mais do assunto do que eu (e que saiba ler, claro) passe por aqui e dê uma vista de olhos na coisa com resultados práticos - é o seguinte:


O Shrek de Belém vem a público dizer que houve falta de lealdade institucional, coisa grave e nunca vista nos últimos trinta anos de democracia, culpa do engenheiro das berças. Acossado pelos Orcs do largo do rato, sentiu-se obrigado a esclarecer a plebe: não só o rústico havia sido desleal, como teria também VIOLADO o artigo ducentésimo primeiro da Constituição da República Portuguesa (aquela que vale o que vale conforme o interesse da ocasião - porque, tal como está escrito no último parágrafo do preâmbulo, "A Assembleia Constituinte, reunida na sessão plenária de 2 de Abril de 1976, aprova e decreta a seguinte Constituição da República Portuguesa" - qual plebiscito ou referendo, isso é coisa para os Espanhóis:). Diz a alínea c) do referido artigo (referente às "Competências dos membros do Governo" que "1. Compete ao Primeiro-Ministro: c) Informar o Presidente da República acerca dos assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do País").
Vamos aqui ser honestos: o rústico é um ser desprezível, mas o shrek não se satisfaz com o número dois da lista. O palhacinho foi desleal? Claro que sim. Já foi dito à saciedade por quem vive de opinar sobre estas merdas. Mas o shrek ficou-se... Perante tamanha deslealdade, o shrek acobardo-se e não fez o que lhe competia: correr com o palhacinho. Por muito menos do que isto, o Presidente Cenourinha correu com o Santana. Remember? Mas não, este considera que não se justificava dado que não pôs em causa o regular funcionamento das instituições.


A ser assim, devia ter ficado caladinho, porque se bem me recordo, jurou por duas vezes "cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa".


Eu punha os dois no chilindró. A pão e água e a partir pedra. Garantidamente que a "troika" passava a olhar para nós com mais respeito.

Sunday, February 26, 2012

Extreme Ways



Friday, February 24, 2012

MEDO:

Dei largas à curiosidade de ir à procura de uma coisa: Quais as empresas que compõem o PSI20?
Bem. Segundo a Wikipedia, o Portuguese Stock Index é composto pelas seguintes empresas:



Altri - Empresa de produção papeleira e energética
Banco Comercial Português - Empresa de finanças e capitalização
Banco Espírito Santo - Empresa de finanças e investimentos
Banco Português de Investimento - Empresa de finanças e investimentos
Banco Internacional do Funchal - Empresa de finanças e investimentos
Brisa - Empresa concessionaria de auto-estradas
Cimpor - Empresa de produção de cimentos
EDP - Empresa de produção e distribuição de electricidade
EDP Renováveis - Empresa de produção de energias renováveis
Galp - Empresa petrolífera e de combustíveis
Jerónimo Martins - Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar
Mota-Engil - Empresa de construção civil
Portucel - Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade
Portugal Telecom - Empresa de telecomunicações e de multimédia
REN - Empresa de geração e de distribuição de electricidade
Semapa - Empresa de produção de cimentos
Sonae Indústria - Empresa de administração de recursos próprios
Sonae - Empresa de industria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco
Sonaecom - Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática
ZON - Empresa de distribuição de multimédia


Ora bem... A vermelho, grupos financeiros; a laranja, empresas que pertencem a grupos mais ou menos monopolistas ou mais ou menos arrendatários do erário público. Doze, no total. Sobram a distribuição, os papéis, os cimentos, a energia (???)...


Vamos ver com atenção, porque este é o espelho da nossa economia. Grupos financeiros ancorados directa e indirectamente no erário público; concessionárias de auto-estradas subsidiadas pelo erário público; Produção de energias renováveis subsidiadas pelo erário público; Produção e comercialização de energia eléctrica em regime de monopóplio; Refinação e posterior distribuição de produtos petrolíferos em regime de monopólio; Empresas de construcção civil com core nas obras públicas - financiadas pelo erário público.


Este é o País Moderno, Desenvolvido e no pelotão da frente do Século XXI. E claro, cheio de oportunidades e muita "competividade". Este é o retrato da nata da nata, que vem angriar rendas ao rectângulo e distribui dividendos "no estrangêro" - onde aliás se encontram os "centros de decisão". Mas já há muito tempo...


Os problemas do endividamento do País também passam por aqui.


Thursday, February 23, 2012

O caminho das pedras

Estive a ler um post de um dos (muitos) blogs que sigo no reader, neste caso o "The Left-handed cyclist" (o link aponta para o post, post esse que não tem absolutamente nada a ver com bicicletas, antes com biomecânica, neste caso restrita a um pequeno grupo de dinossauros). E relativamente a estes (os raptors, como são incorrectamente conhecidos), há uma coisa que não deixa de me fazer alguma confusão: sabendo que a grande maioria das "originalidades" que a natureza cria tem apenas uma função sexual secundária (o caranguejo-violinista macho é um dos exemplos extremos de que me lembro assim de repente), porque raio vamos dar uma volta aos quintos dos infernos para elaborar uma teoria rebuscadíssima que pretende explicar duas ou três características evolucionárias peculiares da maneira mais complicada possível? Sim é verdade, parece-me que aquela garra poderia ter uma qualquer função no ritual de acasalamento, e a particularidade do encaixe semi-rígido das vértebras da cauda poder-se-ia explicar muito fácilmente com uma coisa em que estes animais seriam comprovadamente soberbos: a corrida. Com efeito, parece-me que esta cauda em particular seria o contrapeso ideal para uma corrida veloz e perfeitamente controlada, em que a compensação de equilíbrio se faz muito mais no plano horizontal do que no plano vertical, possibilitando mudanças rápidas de direcção sem o ónus de controlar a posição horizontal da cauda ao longo de todo o seu comprimento.
Que me recorde, os únicos animais bípedes existentes que utilizam as patas traseiras como arma são os galos e os cangurus (os machos, leia-se). Sempre em lutas com outros machos, por domínio territorial ou conquista de fémeas. No caso do canguru a cauda ajuda (e de que maneira) a técnica de luta, mas se fosse semi-rígida como a dos raptors descritos não serviria para nada. E não me parece que uma presa em luta pela vida se colocasse voluntáriamente na posição mais favorável ao seu predador com o intuíto de o ajudar... Ou seja, aquela garra teria seguramente uma outra função não muito clara, mas não me parece que a estrutura óssea e muscular subjacente suportassem os esforços necessários à sua utilização eficaz como uma arma - e ainda por cima daquele tamanho.
Por outro lado, os raptors poderiam ter um comportamento relativamente a presas de maiores dimensões muito mais racional e eficiente do ponto de vista do custo energético, e idêntico ao dos canídeos actuais: perseguição de fundo, em grupo, desgaste, exaustão por cansaço e/ou perda de sangue. E face a uma presa semi-morta de cansaço, os dentes seriam sempre uma arma muito mais eficaz do que as garras para terminar o serviço - a grande maioria dos felinos serve-se das garras para segurar ou para se agarrar às presas, mas não as matam com as garras. Ou pelo menos raramente o fazem.
O facto de nenhum esqueleto ter sido encontrado com a dita garra leva-me a ponderar uma possibilidade: a de ser um elemento provisório, com uma composição menos durável do que a dos ossos, razão pela qual nenhum exemplar fossilizou (um pouco como a armação dos alces ou dos veados, que apenas cresce na época do acasalamento e cai todos os anos). O que reforça a minha idéia de que pudesse ter uma outra função que não a de inflingir danos às presas.
Por fim, as aves, que acreditamos ser as descendentes em linhagem directa destes mesmos dinossauros, são os seres mais consistentemente exuberantes do planeta no que concerne à decoração da plumagem e aos comportamentos que exibem durante a época do acasalamento, porque razão consideramos os seus antepassados como cinzentões apagados, apenas interessados em carnificinas? Não me parece de todo...

Às vezes somos o pombo...




Outras somos a estátua...




Tuesday, February 21, 2012

Conheça-se pelo seu signo:


CARNEIRO:


É entusiasta e enérgico, mas só faz merda. Leva tudo à frente até bater com os cornos na parede, e depois chora porque é um maricas de merda.
Gostam de desporto mas têm mau perder como o caralho.
A mulher Carneiro é  bastante peluda na zona púbica.
As crianças Carneiro são geralmente piolhosas e ranhosas.




TOURO:


Calmos e tenazes, mas só de aparência porque na realidade são teimosos como os cornos que têm na cabeça (mas no verdadeiro sentido da palavra, porque são muitas vezes encornados por serem péssimos no sexo).
Comem que nem umas bestas e mastigam de boca aberta.
As mulheres Touro são possuídas pelo demo durante o coito. 
As crianças Touro são muito feias e peidam-se abundantemente.




GÉMEOS:


Falam como o caralho mas não dão uma para a caixa.
Babam-se e   deitam perdigotos para cima das outras pessoas.
São uns filhos da puta que só  pensam neles e nas gajas ou gajos que querem papar.
Os gémeos papam  tudo o que lhes aparece à frente, desde o padre da paróquia à velhinha com Alzheimer.
A mulher Gémeos acaba geralmente nas drogas.
A criança  Gémeos é manipuladora e gosta de enfiar o dedo no cu.




CARANGUEJO:


São amorosos e sonhadores ao ponto de meterem nojo aos porcos.
Sempre com cara de parvos são muitas vezes apanhados a masturbar-se em  gabinetes de prova de roupas porque não arranjam ninguém que lhes queira tirar os 3.
Vestem-se mal porque mesmo aos 40 são as mães que lhes escolhem a roupa.
As mulheres Caranguejo têm mamas grandes e flácidas e usam pensos higiénicos ultra com alas (Reglex).
As crianças Caranguejo  cheiram mal dos pés e gostam de mexer nos seus cagalhões com um pauzinho de fósforo.




LEÃO:


Altivo, arrogante e petulante, mas tão petulante que só dá vontade de lhe arrebentar a tromba  à chapada.
Têm a mania que são bons mas são uma bela cagada, porque todos têm uma propensão genética para as hemorróidas, o que os impede de fazer sexo anal (que  adoram). Usam muitas vezes o corte de cabelo ao estilo "emigrante".
As mulheres Leão são  sado-masoquistas e adoram que lhes dêm palmadas no cu com uma pá das obras.
A criança Leão é estúpida e tem frequentemente diarreia.




VIRGEM:


O nativo Virgem é organizado e metódico; tem a mania de guardar os preservativos  usados para não esquecer de quantas já deu.
Gosta de ser apanhado a masturbar-se nas dunas. Tem pavor de   sexo oral pois receia engasgar-se.
A mulher Virgem tem os lábios bastante salientes e costuma rapar os pelos em forma de coração. Têm sempre uma mama maior do que a outra.
A criança Virgem é  medonha. Têm os dentes podres e mau hálito.




BALANÇA:


Com um aspecto simpático mas completamente desequilibrado, o nativo balança tem permanentemente aquele ar de  louco. Costuma falar sozinho nas esplanadas e tem tiques de bicha.
Gosta de arte mas acha que a Mona Lisa é uma marca de desentupidor de sanitas. É uma besta quadrada.
O nativo balança tem apenas um testículo, que normalmente lhe cresce atrás do olho do cú.
A mulher Balança é machona e costuma ter buço e pêlos nas mamas.
A criança Balança tem quase sempre falta de cálcio nos ossos, por isso é raquítica e mentirosa.




ESCORPIÃO:


O Nativo de Escorpião é dinâmico, mas falta-lhe ali qualquer coisinha. Passa o dia a enfiar o  dedo no cu e a cheirar.
Costuma ter doenças venéreas porque prefere enfiar o preservativo nos pés enquanto faz sexo.
É pálido e tem sempre aspecto cadavérico.
A mulher Escorpião rói as unhas dos pés e assobia pela rata.
A criança Escorpião aprecia geralmente o seu próprio ranho e pensa muitas vezes que é um cão com raiva. Uiva muito.




SAGITÁRIO:


Divertido, faz muitas vezes figuras tristes por se despir em  público com as cuecas cagadas e mijadas.
Tem um vocabulário bastante limitado e olhos de carneiro-mal-morto. Normalmente bastante peludo, tem o hábito de fazer tranças nos pintelhos.
A mulher Sagitário é pavorosa e rapa as axilas com o corta-relva. Faz a barba todos os dias.
A criança Sagitário é uma aberração da natureza mas às vezes é simpática (não muito).




CAPRICÓRNIO:


O Nativo de Capricórnio é inteligente mas tem a mania que é mais que os outros. Por esta razão é muitas vezes espancado e violado.
Gosta de gritar durante o sexo e de morder as bordas do cu do/da parceiro/a.
É alcoólico e tem sempre a casa que mete nojo.
A mulher Capricórnio tem uma peida gigante e aerofagia.
A criança Capricórnio é bêbeda e mal-cheirosa.




AQUÁRIO:


É um visionário. Azarado de primeira, pisa merda com frequência.
O seu  aspecto porco e sujo faz com que tenha poucos amigos.
A mulher Aquário é maluca e arrota de boca aberta à mesa.
A criança Aquário parece um macaquinho. Borra-se sempre que a chamam.




PEIXES:


É amável, mas só quando lhe convém. É interesseiro e sofre de consciência pesada.
Devido aos nervos tem a pele escamosa a contrastar com o cabelo oleoso.
Gosta de ser maltratado e espancado.
A mulher Peixes cheira a bacalhau estragado e tem a paranoia de se masturbar com as unhas falhadas
A criança Peixes é porca e feia e pensa que é um  bolo de arroz.




(recebido pela via do costume)




Quando a vida nos devolve partes do passado, embrulhadas numa linguagem que - apesar dos anos, mantivémos em comum, é muito bom. É o que acontece quando encontramos alguém que não víamos vai pra lá de muito tempo, perdidos no mais inusitado dos sítios e ainda assim falamos das embalagens de 7,5 dl de analgésico - branco ou tinto, conforme a disposição. E lembramos-nos dos nomes, das alcunhas, das pessoas, das coisas que vivemos. É a prova de que as coisas verdadeiramente boas da vida nunca desaparecem.

Wednesday, February 15, 2012

A vida NÃO é sempre a perder:

Como não há-de tardar muito que tenha que me dedicar mais ao pasquim ali ao lado - o das bicicletas e dos kayaks - tenho que vir aqui de vez em quando fazer chichi no poste. Mais ao estilo twiter, poucos caracteres (difícil, hã?) mas pronto. Justificação?
Às vezes as pessoas surpreendem-nos. Às vezes somos surpreendidos pelas pessoas, o que não é o mesmo que disse antes. Um dos dois, seguramente. Em coisas simples. Numa foto, numa singela foto com uns quantos anos - uns oito ou nove, seguramente. Perdi uma data de coisas que lá estavam - não interessa muito o quê -  mas... ainda tenho os sapatos que tinha calçados nessa foto. Mesmo bons, o raio dos sapatos.





Monday, February 13, 2012

Presunção...

E água benta... Eu sugeria mesmo a pia baptismal pelas trombas, pra estar ao nível da presnução...
Conheço pessoas tão humildes, tão interessantes, tão queridas, tão fôfas, que a única vontade é de lhes dar uma gravata mexicana pelo aniversário ou pelo natal (o que ocorrer primeiro).

Thursday, February 9, 2012

Intermitentemente:

Eis que me deu para ressuscitar o monstro que estava hibernando fazia semanas. É, cá umas quantas coisas, uma necessidade muito minha de me recolher aos meus pensamentos e à minha massa cinzenta. O mundo anda demasiado barulhento, demasiado ruidoso. Diz que disse, fez que fez ou que não fez, soundbytes em cascata, segundas, terceiras e quartas intenções, jogos de sombras por todo o lado... Este mundo - mas é este, de gente corrupta, sem valores, sem princípios e sem uma puta de uma coluna vertebral - tem que ser varrido do mapa. Esta gente tem que ser eliminada, a bem do resto da humanidade. Será seguramente muita gente, a começar no cego (invisual, dentro do políticamente correcto) que, no metro a abarrotar em hora de ponta atropela toda uma carruagem de cabo a rabo na senda da generosidade alheia - e não, não é um qualquer cego, é o líder da matilha, o padrinho, o "capo di tutti capi", o croupier que pela frescura da madrugada distribui o jogo - posições, linhas, estações - para os seus pares, continuando pela jovem-menos-jovem que insistia à saída do metro na figura de estilo muito utilizada no futebol americano comummente designada por "placagem" (note-se que a figura de estilo lhe saiu um bocado mal), continuando por... A senhora Merkel, o senhor Sarkozy, o Alberto, a outra que aconselhou os sem-abrigo a não sairem de casa por causa do frio, o outro que acha que a Grécia devia mudar de nome porque a marca "Grécia" não vende... O outro que condena um indigente a uma multa de 250€ pelo furto de um polvo, mas tem um amigo que não consegue dar mais do que um ano e meio de pena suspensa por crimes de colarinho branco, mais os que acham que com austeridade (e só com isso) é que vamos lá, juntos com os que acreditam na eternidade dos direitos adquiridos há meia-dúzia de anos... Todas essas luminárias mereciam uma bala nos cornos. 
Farto de folclore.

Wednesday, January 18, 2012

Ribatejo

Às vezes tento explicar coisas que nem eu bem compreendo. Explicar a alguém que nos diz taxativamente que detesta um determinado sítio por uma razão que é lá dessa pessoa, mas que pode ser tão vaga como "é muito montanhoso" ou "é muito plano" ou algo assim, é difícil. Acontece-me isso com o Ribatejo. Aconteceu. E tive que pensar umas quantas vezes porque raio gosto do Ribatejo. Bem, o facto de ter crescido naquela terra de ninguém, fronteira entre o Ribatejo e coisa nenhuma é capaz de ajudar. Mas creio que a razão é outra. Quando era puto, as idas "à terra" eram sempre ocasiões especiais, demasiado especiais para as desperdiçar a dormir. Tinha que ir sempre de nariz plantado à janela, a ver tudo o que se passava. Como as estradas eram más e o mini não andava por aí além, tinha que se sair cedo de casa. Atravessava o Ribatejo pela manhã fresquinha, com a orvalhada, sempre perto do Tejo (porque mesmo quando não estamos perto do rio, o rio nunca está longe de nós, no Ribatejo). E creio que é dessas memórias do Ribatejo que gosto tanto. Mesmo nas coisas feias que existem por lá, como em todos os lados... Ganham uma vida diferente nessas memórias. E um dia gostava de conseguir desenhá-las, tal e qual como me lembro delas. Ia sempre faltar-lhes aquela dimensão especial: o frio gelado das madrugadas dos Invernos de dias curtos, ou o calor húmido e sufocante do meio-dia de Verão. 
Continuo sem saber explicar o porquê, mas gosto do Ribatejo. É assim um bocado terra de fronteira com coisa nenhuma a partir das margens do rio.

Tuesday, January 10, 2012

E o Brent de novo:

Em Julho de 2008, o Brent estava a 141,24 USD e o câmbio Eur/USD estava a 1,57, o que nos dava 89,46 euros por cada barril de Brent. Este mês temos o mesmo Brent a 33,37 USD e o câmbio a 1,27, o que nos dá 89,26 euros por barril. Quanto custavam os combustíveis na bomba em Julho de 2008 e quanto custam agora?


Jul/2008:   S/Chumbo95, 1,51€, Gasóleo, 1,41€;
Jan/2012:  S/Chumbo95, 1,59€, Gasóleo, 1,46€;


Sunday, January 1, 2012